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A doença de Alzheimer, também conhecida como Mal de Alzheimer, é uma doença degenerativa do cérebro, e seus primeiros sinais e sintomas estão relacionados com alterações na memória, que são sutis e difíceis de perceber no primeiro momento, mas vão piorando ao longo dos meses e anos.


Os sinais clínicos iniciais são alterações como dificuldade de encontrar palavras, não saber se localizar no tempo ou onde está, dificuldade para tomar decisões e falta de iniciativa, por exemplo.


Esta doença é mais comum em idosos, e a evolução dos sintomas pode ser dividida em 3 fases, que são leve, moderada e grave, e sua duração varia de pessoa para pessoa, e da realização ou não do tratamento.


No entanto, os sintomas dos diferentes estágios podem se misturar e, além disto, a doença também pode acontecer em jovens, uma situação rara e de evolução mais rápida, conhecida como Alzheimer precoce, hereditário ou familiar. Saiba como identificar o Alzheimer precoce.


1. Fase inicial do Alzheimer


No estágio inicial, podem surgir sintomas como:


Alterações da memória, principalmente dificuldade para lembrar dos acontecimentos mais recentes, como onde guardou as chaves de casa, o nome de alguém ou um local onde esteve, por exemplo;



  • Desorientação no tempo e no espaço, tendo dificuldade em achar o caminho de casa ou não saber o dia da semana ou a estação do ano que está;

  • Dificuldade para tomar decisões simples, como planejar o que cozinhar ou comprar;

  • Repetir constantemente a mesma informação, ou fazer as mesmas perguntas;

  • Perda de vontade em realizar atividades do dia-a-dia;

  • Perda do interesse por atividades que costumava de fazer, como costurar ou fazer cálculos;

  • Mudança do comportamento, geralmente ficando mais agressivo ou ansioso;

  • Alterações de humor com momentos de apatia, riso e choro em certas situações.


Nesta fase, a alteração da memória acontece para situações recentes, e a lembrança de situações antigas permanece normal, o que torna mais difícil perceber que pode ser sinal de Alzheimer.


Assim, quando são percebidas estas alterações, não se deve associar somente ao envelhecimento normal, e é orientado ir ao geriatra ou neurologista para que sejam feitas avaliações e testes de memória que podem identificar alterações mais graves.


Se você está suspeitando de que alguém próximo está com essa doença, responda às questões do nosso teste rápido para Alzheimer.


2. Fase moderada do Alzheimer


Progressivamente os sintomas começam a ser mais evidentes e podem surgir:


Dificuldade para cozinhar ou limpar a casa, deixando o fogão ligado, colocando na mesa alimentos crus ou usando os utensílios errados para limpar a casa, por exemplo;



  • Incapacidade de fazer a higiene pessoal ou esquecer de se limpar, usando a mesma roupa constantemente ou andando sujo;

  • Dificuldade para se comunicar, não recordando as palavras ou dizendo frases sem sentido e apresentando pouco vocabulário;

  • Dificuldade para ler e escrever;

  • Desorientação em locais conhecidos, perdendo-se dentro da própria casa, urinando no cesto do lixo, ou confundido os cômodos;

  • Alucinações, como ouvir e ver coisas que não existem;

  • Alterações do comportamento, ficando muito quieto ou excessivamente agitado;

  • Ficar sempre muito desconfiado, principalmente de roubos;

  • Alterações do sono, podendo trocar o dia pela noite.


Nesta fase, o idoso torna-se depende de um familiar para se cuidar, porque já não consegue fazer as tarefas do dia a dia, devido a todas as dificuldades e confusão mental. Além disso, é possível começar a haver dificuldade para andar e ter alterações do sono.


3. Fase avançada do Alzheimer


Na fase mais grave, os sintomas anteriores estão presentes de forma mais intensa e surgem outros, como:



  • Não memorizar nenhuma informação nova e não recordar as informações antigas;

  • Esquecer dos familiares, amigos e locais conhecidos, não identificando o nome nem reconhecendo o rosto;

  • Dificuldade para entender o que acontece em sua volta;

  • Ter incontinência urinária e de fezes;

  • Dificuldade para engolir alimentos, podendo ter engasgos ou demorar muito para terminar uma refeição;

  • Apresentar comportamentos inapropriados, como arrotar ou cuspir no chão;

  • Perder habilidade para fazer movimentos simples com os braços e as pernas, como comer com uma colher;

  • Dificuldade para andar, sentar ou levantar, por exemplo.


Nesta fase, a pessoa pode passar a ficar mais deitada ou sentada o dia inteiro e, se nada for feito para impedir isto, a tendência é que se torne cada vez mais frágil e limitado. Assim, pode vir a necessitar do uso de cadeira de rodas ou mesmo ficar acamado, tornando-se dependente de outras pessoas para realizar todas as tarefas, como tomar banho ou trocar fraldas.


Como confirmar se é Alzheimer


Para fazer o diagnóstico do Alzheimer, deve-se consultar com o geriatra ou neurologista, que poderá:


Avaliar a história clínica da pessoa e observar os sinais e sintomas da doença;


Indicar a realização de exames como: ressonância magnética, tomografia computadorizada e exames de sangue;


Fazer testes de memória e cognição, como o Mini Exame do estado Mental ou Teste do Relógio, por exemplo.


Estas avaliações podem indicar a presença de uma alteração de memória, além de excluir outras doenças que também podem causar alterações cerebrais, como depressão, AVC, hipotireoidismo, HIV, sífilis avançada ou outras doenças degenerativas do cérebro, por exemplo.


Tratamento da doença de Alzheimer



Caso seja confirmada a doença de Alzheimer, o tratamento será indicado com o uso de medicamentos para limitar a progressão da doença.


Além disso, são feitas atividades como fisioterapia, terapia ocupacional, atividade física e fonoaudiologia, para ajudar na manutenção da independência e capacidade de realizar atividades o máximo de tempo possível.



 



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"Avanço enorme" na compreensão de como o sistema


imunitário reconhece o câncer


Jornal de referência: New England Journal of Medicine

 



"Avanço enorme" na compreensão de como o sistema imunitário reconhece o câncer


Pesquisadores americanos têm revelado a identidade das moléculas na superfície das células cancerosas que permitem que o sistema imunitário do corpo para identificar e destrui-los.





A pesquisa pode levar a uma nova geração de imunoterapias que são muito mais eficazes do que as atualmente em uso, que poderia ter como alvo uma variedade de cânceres.


"Este é um avanço enorme", disse o Cancer Research UK Dr Sergio Quezada, que trabalha na UCL em Londres e não estava envolvido na pesquisa.


"Os  foram à procura de "assinaturas" na superfície das  associados com a resposta à immunotherapies atuais, mas as suas conclusões ir mais longe do que isso. Eles realmente descobriu motivos moleculares que informarão o desenvolvimento da próxima geração de terapias " acrescentou.


Os pesquisadores, liderados por uma equipe do Centro de Câncer Memorial Sloan Kettering, em Nova York, analisaram o DNA câncer a partir de 64 de melanoma  que tinham sido tratados com uma droga chamada imunoterapia ipilimumab, metade dos quais tinham respondido à droga.


Ipilimumab funciona ao ligar do corpo  para atacar o câncer, mas - por razões desconhecidas - ele só funciona de forma eficaz em uma minoria dos pacientes.


"Estamos usando uma droga que empiricamente foi encontrado para ser muito eficaz, e ainda não tínhamos uma compreensão detalhada de como ele estava trabalhando em pessoas", disse o Memorial Sloan Kettering Dr Jedd Wolchok.


Tendo analisado DNA câncer dos pacientes, os pesquisadores usaram um software sofisticado para procurar  nas células cancerosas que poderiam prever se os pacientes tinham, ou não tinha, respondeu à droga.


Ao fazer isso, descobriram uma série de mutações genéticas em alguns dos pacientes que causaram as células cancerosas para produzir trechos curtos de moléculas de proteína, denominadas antigénios peptídicos, que tornam visível a resposta imune.


Tantalisingly, parece que estas mutações causam os antígenos para imitar pequenas partes de proteínas produzidas por bactérias e vírus, explicando por que eles são tão eficazes no desencadeamento da  - embora os pesquisadores dizem que mais estudos serão necessários para confirmar isso.


A descoberta é "grande, grande notícia" para os investigadores de imunoterapia diz do Cancer Research UK Dr Quezada. "Esta é a primeira vez que tivemos uma idéia de que o sistema imunológico, na verdade," vê "em um tumor. Até agora, tem sido tema quente do debate", disse ele.


Mais imediatamente, os resultados podem ser utilizados para prever quais os doentes devem ser oferecido ipilimumabe, que custa cerca de £ 77.000 para um curso de tratamento.


"Pela primeira vez, pode ser possível desenvolver um teste de diagnóstico confiável para ajudar a orientar as decisões de tratamento por prever quem vai responder", disse o Dr. Timothy Chan, que lidera a equipe de pesquisa.


O estudo foi publicado no New England Journal of Medicine .




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Doentes a apresentar problemas de memória Muitas vezes com o botão direito



Novas pesquisas sugerem que os médicos devem prestar muita atenção a pacientes que se queixam de problemas de memória. Richard Kryscio, PhD, Presidente do Departamento de Bioestatística e diretor associado do Centro de Doença de Alzheimer da Universidade de Kentucky, e colegas pediram 531 pessoas sem demência, com idade média de 73, se tivessem notado qualquer alteração em sua memória em o ano passado. Os participantes também receberam memória anual e testes de pensamento para uma média de 10 anos, e depois de terem morrido seus cérebros eram examinados para evidência de doença de Alzheimer. Pouco mais da metade (56%) dos participantes relataram mudanças em sua memória, em uma idade média de 82. Os resultados mostraram que os participantes que relataram mudanças em sua memória eram quase três vezes mais propensos a desenvolver problemas de memória e de pensamento. Além disso, um em 6 participantes desenvolveram demência durante o estudo, e 80% dos participantes tiveram alterações de memória de auto-relato. "O que é notável sobre nosso estudo é o tempo que levou para a transição da auto relataram queixa de memória para demência ou comprometimento clínico  cerca de 12 anos para a demência e 9 anos de comprometimento clínico  após as queixas de memória começou", disse Kryscio. "Isto sugere que pode haver uma janela de oportunidade significativa para intervenção antes de um problema diagnosticáveis ??mostra-se."



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Um estudo sugere que fatores de risco vascular podem contribuir para o tanto MCI e demência, incluindo a doença de Alzheimer.


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O mês de outubro é conhecido como marco da luta contra o câncer de mama. Nesse período,a campanha Outubro Rosa,que tem como símbolo o laço cor-de-rosa, é realizada no mundo inteiro para estimular a participação de pessoas e empresas na prevenção e no diagnóstico do câncer de mama.O movimento começou nos Estados Unidos, em 1990, com a primeira Corrida pela Cura, em Nova York. Com o passar dos anos, várias entidades passaram a se engajar. No Brasil, a iniciativa teve início em 2002.  Segundo a dra. Maria Del Pilar Estevez Diz, coordenadora de Oncologia Clínica do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), o câncer de mama pode acometer uma em cada dez mulheres. 


Acompanhe a história de Maria do Carmo Oliveira, que superou o câncer de mama


(FOTO) Maria do Carmo Oliveira  69 anos


 



 


UMA VIDA NOVA


 



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Experiências de vida precoce pode predizer o estado cognitivo mais tarde na vida


 

Experiências de vida precoce pode predizer o estado cognitivo mais tarde na vida


Embora o declínio da função cognitiva com a idade é uma das principais preocupações de saúde pessoal e pública, há grande variabilidade na trajetória de mudança cognitiva entre a população. Bruce Reed, da Universidade do Centro de Doença de Alzheimer California Davis (Califórnia, EUA), e colegas avaliaram 300 inglesa ou homens e mulheres de língua espanhola, com idades entre 60 anos ou mais de idade, recrutados na comunidade em geral. Os indivíduos completaram avaliações de diagnóstico multidisciplinar para avaliar a doença de Alzheimer. Independentemente da etnia, idade avançada e da apolipoproteína E (APOE genótipo, um fator de risco estabelecido para início tardio de Alzheimer) foram associados com o aumento do declínio cognitivo durante uma média de quatro anos que os participantes foram seguidos. A equipe observou que menos declínio cognitivo foi experimentada por pessoas que relataram um maior engajamento em atividades de lazer no fim da vida e que mantiveram seus níveis de envolvimento atividade de meia-idade para a velhice. Observando-se que de uma única palavra-leitura a capacidade de decodificar uma palavra à vista, o que muitas vezes é considerado um indicador de qualidade educacional de experiência também foi associado com menor declínio cognitivo, os autores do estudo afirmam que: "Alfabetização teve associações robustas com cognição baseline e mudança cognitiva em Inglês e falantes de espanhol ".



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Brewster PW, Melrose RJ, Marquine MJ, Johnson JK, Napoles A, MacKay-Brandt A, Farias S, Reed B, Mungas D. "experiência de vida e influências demográficas sobre a função cognitiva em adultos mais velhos." Neuropsychology. 2014 16 de junho.




  Dez Mandamentos para um coração saudável



1- Diga não à obesidade e controle o seu peso

O aumento da área corporal, obriga a aumento do trabalho cardíaco, estando associada a aumento de pressão arterial, aumento do colesterol, inatividade física e diabete. 



2 -Consulte o seu médico periodicamente

3- Meça sua pressão arterial com frequência

Hipertensão Arterial: A pressão pela qual o sangue flui resulta da força de contração do músculo cardíaco e da resistência que os vasos interpõe a este fluxo. Quando esta pressão é aumentada por tempo prolongado existe dano da parede das artérias menores como as coronárias, acelerando o processo ateroesclerótico. O fumo também contribui para o enrijecimento arterial. 



4 - Diga não ao fumo ativo ou passivo

Substâncias como a nicotina produzem, danos nas paredes das artérias, permitindo o depósito de placas de colesterol, além de aumentar exponencialmente a formação de coágulos.



5- Verifique a quantidade de sal nos rótulos dos alimentos


Ao mesmo tempo elemento indispensável para o controle das funções vitais, o sal pode se tornar grande vilão da saúde. Se consumido em excesso, pode desencadear uma série de doenças, como a hipertensão, fator de risco para os acidentes cardiovasculares.



6- Diga não ao sedentarismo. Pratique esportes

A inatividade contribui na elevação dos níveis de colesterol e da obesidade. A atividade física aeróbica regular, proporciona uma melhor qualidade da função cardíaca e respiratória, o que diminui significativamente o risco de infarto. A atividade física regular também é importante para o controle da pressão arterial.



7 - Escolha bem os alimentos

Os alimentos ricos em gorduras saturadas (alimentos gordos de origem animal, carne vermelha, leite, manteiga, natas, etc.) promovem a elevação do colesterol sanguíneo e devem ser reduzidos na dieta.

Os alimentos ricos em gordura insaturadas (alimentos gordos de origem vegetal como: o azeite, as nozes e as amêndoas, para além dos peixes gordos e as aves) devem ser ingeridos, praticamente, todos os dias, ainda que, em doses moderadas (alguns possuem muitas calorias). 

Deve ingerir, diariamente, cerca de 9 doses de vegetais e fruta (5-6 doses de vegetais e 3-4 de fruta). Nota: é considerada uma dose a quantidade que cabe na palma da mão de cada pessoa. 

Os cereais ingeridos devem ser, preferencialmente, integrais de forma a aumentar os índices de fibra. 



8 - Saiba se é diabético e se tem colesterol alto

Diabete: é a inabilidade do organismo para produzir insulina em quantidade mínimas adequada para atender a necessidade de glicose do organismo. A glicose é tipo de açúcar, sendo o nutriente básico para o funcionamento de todas os tecidos. A insulina permite que a glicose ingerida na alimentação, possa ingressar nas células. O risco de infarto é aumentado devido à aceleração da ateroesclerose.



O Colesterol é uma gordura complexa, sendo um dos principais componentes das placas que diminuem o fluxo nas artérias. Existem tipos de colesterol (LDL) que aumentam o risco de obstrução, sendo subproduto de uma dieta de gorduras saturadas, ricas em gordura. Outro sub-tipo de Colesterol, HDL, auxilia o organismo na eliminação da fração ruim. Os triglicérides também uma gordura, usualmente relacionada à dieta, que deve ser evitado.


 


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Várias doenças neurodegenerativas humanas, incluindo a doença de Alzheimer, Parkinson e doença de Huntington, estão ligadas a um acúmulo de proteínas anormais e agregados nas células


 



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Cientistas do Instituto Max Planck de Bioquímica em Martinsried, Alemanha, agora descobriram uma nova família de proteínas auxiliares que reconhecem resíduos proteína celular rotulados e orientá-los de forma eficiente para o lisossoma para a destruição e posterior reciclagem em seus compostos reutilizáveis. Os resultados deste estudo, agora publicado na revista celular , são cruciais para a nossa compreensão de como as células remover resíduos celulares e abrirá novos caminhos para estudos que visem a combater doenças neurodegenerativas.


As proteínas, os componentes do nosso corpo que executar, controlar e organizar basicamente todas as funções em nossas células, são feitos de cadeias de aminoácidos, que - como um origami - são dobradas em estruturas tridimensionais específicas e complexas de acordo com sua as funções desejadas. No entanto, uma vez que a manutenção de dobragem e de tais estruturas é altamente sensível ao stress celular ou do meio ambiente, as proteínas podem potencialmente misfold ou aglomerados de formulário (agregados). Estes resíduos de proteínas indesejadas podem ser tóxicos para as células e pode até levar à morte celular. Porque várias doenças neurodegenerativas humanas são conhecidas por serem ligados a uma acumulação de agregados de proteínas anormais, ciência básica teve como objetivo compreender como as células remover lixo celular é fundamental para a concepção de estratégias para a prevenção ou cura potencial de tais distúrbios.


Os cientistas no laboratório do Stefan Jentsch no MPIB agora utilizado com sucesso fermento de padeiro para a triagem de novas vias de eliminação de resíduos celulares.Kefeng Lu, um pesquisador de pós-doutorado da China, descobriram uma nova classe de proteínas auxiliares (proteínas Cuet denominado) presentes tanto em levedura e humanos que reconhecem lixo celular destinada à alienação por uma etiqueta afixada na forma da proteína ubíqua existente conhecido como "ubiquitina . " É importante ressaltar que estas proteínas auxiliares recentemente identificados canalizar o lixo celular por um "auto-alimentação" caminho (autofagia) para o lisossoma, um compartimento de células dedicadas para destruição e reciclagem. Os cientistas Max Planck poderia também mostram que uma proteína relacionada com o tóxico anormal, proteínas formadoras de agregados "huntingtina" de pacientes com doença de Huntington neurodegenerativa é eficazmente destruído pela via recentemente identificado. Notavelmente, esta via parece específico para proteínas agregadas como huntingtina e parece ser mais potente do que a dos mecanismos de eliminação de lixo celular previamente descobertos.


Porque o mecanismo de eliminação celular identificado opera em leveduras, bem como, as pesquisas agora tirar pleno partido das suas poderosas possibilidades experimentais para investigar este caminho ainda mais. Uma análise detalhada deste mecanismo será crucial para entender como agregado de formação de proteínas levar a doenças humanas e pode ajudar a desenvolver conceitos para possíveis prevenções de doenças.


Fonte: Max Planck Institute of Biochemistry


 



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Curta caminhada diária promove vida independente


Postado em 03 julho de 2014, 06:00 em Exercício Estilo de vida

Curta Caminhada diária Promove Vida Independente



A capacidade de caminhar sem ajuda é a chave para uma vida independente. Mobilidade reduzida é comum em adultos mais velhos e é um fator de risco para a doença, hospitalização, invalidez e morte. Coordenado pela Universidade da Flórida (Florida, EUA), as intervenções de estilo de vida e independência para Idosos (LIFE) Estudo é um julgamento em curso, grande, randomizado e controlado para avaliar a atividade física e educação para a saúde em idosos. Avaliando dados coletados em 1.635 homens e mulheres, com idades entre 70 e 89 anos, que levaram o sedentarismo e estavam em risco de incapacidade funcional, os pesquisadores estudam a vida observado que o risco de mobilidade deficiência grave foi reduzido em 18% entre os participantes na atividade física grupo, o que significa que eles eram mais capazes de andar sem assistência por cerca de um quarto de milha. A diária de 20 minutos a pé foi encontrado para ajudar a afastar a principal causa de deficiência e melhorar a qualidade desses idosos. 



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Pahor M, Guralnik JM, Ambrosius WT, Blair S, Bonds, Gill TM, et al; para os pesquisadores do estudo VIDA. "Efeito da Estruturado Atividade Física para a Prevenção do Major incapacidade funcional em idosos: O ensaio clínico randomizado estudo de vida." JAMA. 2014 27 de maio.




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Tomate  aumenta a função dos vasos sanguíneos


Postado em 23 de julho de 2014, 06:00 em Cardio-Vascular 

Tomate Composto Aumenta a função dos vasos sanguíneos


A doença cardiovascular é a principal causa de morte entre a maioria dos países industrializados, mas sua incidência é notavelmente reduzido no sul da Europa, onde a dieta mediterrânea consiste em um maior consumo de frutas, legumes e azeite de oliva é comum. Um componente da dieta mediterrânea, que podem exercer efeitos benéficos à saúde é o licopeno, um composto poderoso antioxidante encontrado no tomate, que é dez vezes mais potente que a vitamina E. Joseph Cheriyan, da Universidade de Cambridge (Reino Unido), e colegas exploraram a mecanismo através do qual o licopeno intervém em risco cardiovascular. Os pesquisadores completaram um estudo randomizado, duplo cego, controlado por placebo, o julgamento intervencionista envolvendo 36 pacientes com doenças cardiovasculares e 36 voluntários saudáveis. Os pacientes com doença cardiovascular estavam todos no estatinas (medicamentos para baixar o colesterol). No entanto, apesar disso, eles ainda tinham uma função relativamente prejudicada do endotélio - o revestimento interno dos vasos sanguíneos - em comparação com voluntários saudáveis. Os indivíduos receberam quer um suplemento contendo 7mg fora da prateleira de licopeno, ou um placebo. A equipe mediu a função dos vasos sanguíneos através do fluxo sanguíneo, o que é um fator preditivo de risco cardiovascular futuro. Os pesquisadores descobriram que a suplementação de licopeno melhorado e função endotelial normalizada nos pacientes com doenças cardiovasculares, mas não em voluntários saudáveis. O licopeno melhorou o alargamento dos vasos sanguíneos em 53%, em comparação ao valor basal. Os autores do estudo concluem que: "A suplementação de licopeno melhora a função endotelial em [doenças cardiovasculares] pacientes em prevenção secundária ideal."



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Parag R. Gajendragadkar, Annette Hubsch, Kaisa M. Maki-Petaja, Martin Serg, Ian B. Wilkinson, Joseph Cheriyan. "Efeitos da suplementação de licopeno Vascular função oral em pacientes com doença cardiovascular e em voluntários saudáveis: um estudo controlado randomizado." PLoS One, 09 de junho de 2014.




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 Publicado em agosto 19, 2014, 06:00 em Doença de Alzheimer Lifestyle


Brain Games


Anteriormente, os estudos sugerem que o envolvimento em atividades que estimulem o pensamento, novas idéias, novas memórias, e que nos desafiar mentalmente pode incentivar a saúde do cérebro à medida que envelhecemos e, possivelmente, reduzir o risco de déficit cognitivo e demência. Stephanie Schultz, do Instituto do Wisconsin Alzheimer (Wisconsin, EUA), e colegas estudaram 329 adultos de meia-idade cognitivamente normais (idade de 60,3 anos) inscritos no Cadastro Wisconsin de Prevenção de Alzheimer. Quarenta por cento dos participantes eram positivos para o gene da ApoE4 e 74 por cento tinham uma história familiar da doença de Alzheimer parental, ambos os quais são conhecidos por aumentarem o risco de desenvolver a doença de Alzheimer. Estes adultos em situação de risco relatado seu envolvimento atual em atividades usando a Escala de Atividade Cognitiva (CAS) cognitivamente estimulante, passou por ressonância magnética de imagem do cérebro, e completou uma bateria completa de testes neurocognitivos. Após controle para fatores de confusão, os pesquisadores descobriram que a frequência auto-relatada maior de jogar o jogo foi significativamente associada com um maior volume do cérebro em diversas regiões envolvidas na doença de Alzheimer (tais como o hipocampo) e com maiores escores em testes cognitivos na memória e função executiva . O principal investigador sustenta que: "Nossos resultados sugerem que, para alguns indivíduos, o engajamento em cognitivamente estimulantes atividades, especialmente aquelas que envolvem jogos como quebra-cabeças e cartas, pode ser uma abordagem útil para preservar as estruturas cerebrais e funções cognitivas que são vulneráveis ??à doença de Alzheimer . "



VER FONTE DE NOTÍCIAS ...



Schultz S. "A participação em atividades cognitivamente estimulantes-se associado com a estrutura do cérebro e função cognitiva na doença de Alzheimer pré-clínica." Apresentação na Conferência Internacional Associação de Alzheimer de 2014, 12 de julho de 2014.




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Navegar na internet pode prevenir demência em idosos


Além disso, a perda de memória é menos reincidente naqueles que utilizam computador


16/08/2014 | 07h05

Navegar na internet pode prevenir demência em idosos Rogerio da Silva/Agencia RBS
Foto: Rogerio da Silva / Agencia RBS



Uma simples ação na internet, como mandar um e-mail, pode prevenir a demência em idosos, apontou um estudo britânico. Além disso, a perda de memória é menos reincidente naqueles que utilizam computador.


A pesquisa avaliou quase 6,5 mil pessoas com idades entre 50 e 90 anos. O cérebro das pessoas que utilizaram regularmente a internet regrediu mais lentamente do que aqueles que não o fizeram.


 


Ao longo de oito anos, as habilidades mentais das 6.442 pessoas foram medidas juntamente com outros fatores que poderiam afetar seu declínio cognitivo. Os participantes passaram por testes com uma série de palavras e teriam de se lembrar delas.


Os pesquisadores disseram que os usuários de e-mail e internet foram 3% melhor em recordar as palavras do que os não internautas.


A perda de memória começa geralmente em adultos com idade entre 45 e 60 anos. Estima-se que 56% dos britânicos com idades entre 65 e 74 anos têm acesso à internet.




"Todo filho é pai da morte de seu pai"


Fabrício Carpinejar






"Feliz do filho que é pai de seu pai antes da morte, e triste do filho que aparece somente no enterro e não se despede um pouco por dia."



Há uma quebra na história familiar onde as idades se acumulam e se sobrepõem e a ordem natural não tem sentido: é quando o filho se torna pai de seu pai. É quando o pai envelhece e começa a trotear como se estivesse dentro de uma névoa. Lento, devagar, impreciso. 

É quando aquele pai que segurava com força nossa mão já não tem como se levantar sozinho. 

É quando aquele pai, outrora firme e instransponível, enfraquece de vez e demora o dobro da respiração para sair de seu lugar. 

É quando aquele pai, que antigamente mandava e ordenava, hoje só suspira, só geme, só procura onde é a porta e onde é a janela - tudo é corredor, tudo é longe. 

É quando aquele pai, antes disposto e trabalhador, fracassa ao tirar sua própria roupa e não lembrará de seus remédios. 

E nós, como filhos, não faremos outra coisa senão trocar de papel e aceitar que somos responsáveis por aquela vida. Aquela vida que nos gerou depende de nossa vida para morrer em paz.

Todo filho é pai da morte de seu pai. Ou, quem sabe, a velhice do pai e da mãe seja curiosamente nossa última gravidez. Nosso último ensinamento. Fase para devolver os cuidados que nos foram confiados ao longo de décadas, de retribuir o amor com a amizade da escolta. E assim como mudamos a casa para atender nossos bebês, tapando tomadas e colocando cercadinhos, vamos alterar a rotina dos móveis para criar os nossos pais. Uma das primeiras transformações acontece no banheiro. Seremos pais de nossos pais na hora de pôr uma barra no box do chuveiro. A barra é emblemática. A barra é simbólica. A barra é inaugurar um cotovelo das águas.



Porque o chuveiro, simples e refrescante, agora é um temporal para os pés idosos de nossos protetores. Não podemos abandoná-los em nenhum momento, inventaremos nossos braços nas paredes. A casa de quem cuida dos pais tem braços dos filhos pelas paredes. Nossos braços estarão espalhados, sob a forma de corrimões. Pois envelhecer é andar de mãos dadas com os objetos, envelhecer é subir escada mesmo sem degraus. Seremos estranhos em nossa residência. Observaremos cada detalhe com pavor e desconhecimento, com dúvida e preocupação. Seremos arquitetos, decoradores, engenheiros frustrados. Como não previmos que os pais adoecem e precisariam da gente? Nos arrependeremos dos sofás, das estátuas e do acesso caracol, nos arrependeremos de cada obstáculo e tapete.

E feliz do filho que é pai de seu pai antes da morte, e triste do filho que aparece

somente no enterro e não se despede um pouco por dia. 

Meu amigo José Klein acompanhou o pai até seus derradeiros minutos. No hospital, a enfermeira fazia a manobra da cama para a maca, buscando repor os lençóis, quando Zé gritou de sua cadeira:

— Deixa que eu ajudo.

Reuniu suas forças e pegou pela primeira vez seu pai no colo.

Colocou o rosto de seu pai contra seu peito.

Ajeitou em seus ombros o pai consumido pelo câncer: pequeno, enrugado, frágil, tremendo.

Ficou segurando um bom tempo, um tempo equivalente à sua infância, um tempo equivalente à sua adolescência, um bom tempo, um tempo interminável.

Embalou o pai de um lado para o outro.

Aninhou o pai.

Acalmou o pai.

E apenas dizia, sussurrado:

— Estou aqui, estou aqui, pai!

O que um pai quer apenas ouvir no fim de sua vida é que seu filho está ali.


 



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Sete razões para incluir frutas secas na dieta


Fáceis de carregar e armazenar, elas são ótimas fontes de fibras e vitaminas


 


Vendidas em pequenos pacotes nas prateleiras de supermercados ou docerias, as frutas secas ou desidratadas nem sempre atraem os olhos do consumidor e até geram desconfiança de quem está de dieta. Afinal, elas costumam ser bastante doces e o modo de manusear o alimento lembra um calórico salgadinho. Mas segundo a nutricionista Roseli Rossi, especialista em Nutrição Clínica Funcional da clínica Equilíbrio Nutricional, se consumidas com moderação, as frutas secas são muito bem-vindas na dieta.




"Elas passam apenas por um processo industrial de eliminação da água, o que promove a concentração de seus nutrientes e uma maior durabilidade, uma vez que a água favorece a proliferação de micro-organismos", explica. De acordo com Roseli, embora não seja tão saudável quanto a versão fresca, elas podem substituir uma das três porções diárias recomendadas de frutas. Confira outras sete razões para consumi-las.






Frutas desidratadas - Foto Getty Images





Frutas desidratadas x frutas frescas

As frutas desidratadas tradicionais, como damasco, maçã e figo, podem ser tão saudáveis quanto as frutas frescas. Segundo trabalhos apresentados no 30º Congresso Mundial de Castanhas e Frutas Secas em maio de 2011, elas estão entre os principais alimentos ricos em potássio e ainda são fonte de antioxidantes, vitaminas e minerais. Eles alertam, entretanto, que açúcares e outros nutrientes estão mais concentrados nas frutas desidratadas e que a porção ingerida deve levar em conta o peso da água eliminada.



Por isso, é preciso dar atenção às quantias ingeridas. Segundo a nutricionista Cátia Medeiros, da clínica Espaço Nutrição, 100 gramas do fruto damasco têm aproximadamente 60 kcal, enquanto que 100 gramas de damasco seco contêm cerca de 200 kcal. "Algumas frutas desidratadas até recebem adição de açúcar para aumentar a validade do produto, então, é fundamental ler o rótulo", complementa.



Mulher comendo frutas - Foto Getty Images

Fonte de vitaminas

O processo de desidratação das frutas tem por objetivo eliminar a água e é realizado com o aumento da temperatura. "O problema é que com o calor a fruta também acaba perdendo alguns de seus nutrientes, principalmente avitamina C e as vitaminas do complexo B", explica Roseli Rossi. Mesmo assim, elas ainda podem ser uma boa alternativa de consumo nos intervalos entre as refeições quando não houver uma fruta fresca disponível.



 Simplesmente Pai

Ser pai é acima de tudo, não esperar recompensas. Mas ficar feliz caso e quando cheguem.


É saber fazer o necessário por cima e por dentro da incompreensão. É aprender a tolerância com os demais e exercitar a dura intolerância (mas compreensão) com os próprios erros.


Ser pai é aprender errando, a hora de falar e de calar. É contentar-se em ser reserva, coadjuvante, deixado para depois. Mas jamais falar no momento preciso.


É ter a coragem de ir adiante, tanto para a vida quanto para a morte. É viver as fraquezas que depois corrigirá no filho, fazendo-se forte em nome dele e de tudo o que terá de viver para compreender e enfrentar.


Ser pai é aprender a ser contestado mesmo quando no auge da lucidez. É esperar. É saber que experiência só adianta para quem a tem, e só se tem vivendo.


Portanto, é aguentar a dor de ver os filhos passarem pelos sofrimentos necessários, buscando protegê-los sem que percebam, para que consigam descobrir os próprios caminhos.


Ser pai é saber e calar. Fazer e guardar. Dizer e não insistir. Falar e dizer. Dosar e controlar-se. Dirigir sem demonstrar. É ver dor, sofrimento, vício, queda e tocaia, jamais transferindo aos filhos o que, a alma, lhe corrói.


Ser pai é ser bom sem ser fraco. É jamais transferir aos filhos a quota de sua imperfeição, o seu lado fraco, desvalido e órfão.


Ser pai é aprender a ser ultrapassado, mesmo lutando para se renovar. É compreender sem demonstrar, e esperar o tempo de colher, ainda que não seja em vida.


Ser pai é aprender a sufocar a necessidade de afago e compreensão. Mas ir às lágrimas quando chegam.


Ser pai é saber ir-se apagando à medida em que mais nítido se faz na personalidade do filho, sempre como influência, jamais como imposição. É saber ser herói na infância, exemplo na juventude e amizade na idade adulta do filho. É saber brincar e zangar-se.


É formar sem modelar, ajudar sem cobrar, ensinar sem o demonstrar, sofrer sem contagiar, amar sem receber.


Ser pai é saber receber raiva, incompreensão, antagonismo, atraso mental, inveja, projeção de sentimentos negativos, ódios passageiros, revolta, desilusão e a tudo responder com capacidade de prosseguir sem ofender. De insistir sem mediação, certeza, porto, balanço, arrimo, ponte, mão que abre a gaiola, amor que não prende, fundamento, enigma, pacificação.


Ser pai é atingir o máximo de angústia no máximo de silêncio. O máximo de convivência no máximo de solidão.


É, enfim, colher a vitória exatamente quando percebe que o filho a quem ajudou a crescer já, dele, não necessita para viver.


É quem se anula na obra que realizou e sorri, sereno, por tudo haver feito para deixar de ser importante.




 


Pâncreas artificial, que será testado em 2016, é esperança para diabéticos


 


Projeto utiliza engenharia genética para produção de insulina.

Células pancreáticas ficarão em bolso do lado de fora do abdômen.


 


 Mulher usa protótipo de pâncreas bioartificial no Centro Europeu para o Estudo da Diabetes (CEED) (Foto: AFP Photo/Frederick Florin)


Mulher usa protótipo de pâncreas bioartificial no Centro Europeu para o Estudo da Diabetes (CEED) (Foto: AFP Photo/Frederick Florin)


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Um disco ultrafino de polímero, pouco maior do que um CD, implantado no abdômen poderia mudar a vida de milhões de diabéticos que dependem de insulina. O pâncreas bioartificial, desenvolvido por pesquisadores franceses, será testado pela primeira vez em humanos em 2016.


Com o dispositivo, os pacientes não terão mais de receber injeções diárias de insulina: o hormônio será fabricado naturalmente pelas células do pâncreas (obtidas por engenharia genética a partir de células-tronco), dispostas dentro do bolso artificial.


Este projeto, cuja aplicação em grande escala não deve ocorrer antes de 2020, "levanta muitas esperanças e expectativas" para 25 milhões de pessoas com diabetes do tipo 1 em todo o mundo, diz Séverine Sigrist, pesquisadora da start-up francesa Defymed, responsável pelo protótipo.


A ideia de um pâncreas bioartificial foi inspirada na técnica de transplante de células pancreáticas, destinadas a suprir a deficiência do pâncreas e fazer com que o organismo passe a fabricar a insulina por conta própria, regulando assim a quantidade de açúcar no sangue. O problema dessa técnica é que, com a escassez de células para transplante, ela só pode beneficiar uma pequena minoria de doentes. Ela também exige o tratamento com medicamentos imunossupressores, que trazem vários efeitos colaterais.


"Daí a ideia de projetar um tipo de uma pequena caixa dentro da qual seriam colocadas as células pancreáticas, para que elas fiquem abrigadas contra o ataque do sistema imunológico", diz Séverine.


O desafio foi projetar uma membrana semipermeável, que garanta tal proteção ao mesmo tempo em que permita a passagem da insulina e também dos açúcares, para que as células pancreáticas "saibam" o quanto de insulina devem produzir.


O disco de polímero será implantado no abdômen durante uma pequena cirurgia, e deve ser substituído a cada 4 ou 6 anos. No interior, as células pancreáticas serão renovadas, por meio de uma injeção subcutânea, a cada 6 ou 12 meses. Os pesquisadores observam que essa quantidade de injeções não tem nem comparação com o tanto de picadas que um paciente que depende de insulina tem que levar ao longo da vida.


20 anos de pesquisa

O desenvolvimento dessa membrana levou mais de 20 anos de pesquisa e 6 milhões de euros. O valor corresponde ao imenso potencial econômico da inovação, estimado em 4 bilhões de dólares.


Depois de testes em animais, um estudo com 16 voluntários deverá começar no fim de 2015 ou iní



 Exercício regular reduz incapacidade física na velhice



A "terceira idade" é considerada como o período que se inicia quando o indivíduo atinge uma idade próxima à expectativa média de vida e vai até o final do ciclo de vida. Por natureza, o envelhecimento traz consigo uma redução na capacidade regenerativa dos tecidos e uma consequente diminuição da reserva biológica. Os idosos são mais propensos a doenças e problemas de mobilidade e equilíbrio, aumentando a possibilidade de quedas, deflagrando assim um ciclo de morbidade e hospitalizações, que, além de abreviar o período de vida, diminui muito a sua qualidade. Outro problema grave advindo da redução da mobilidade e equilíbrio é a perda da independência, já que pequenas ações corriqueiras, como subir alguns degraus de uma escada, apanhar um objeto do chão, pegar uma condução, etc., tornam-se, além de penosas, perigosas. Com o aumento da longevidade, observa-se um rápido crescimento no contingente de pessoas nesta faixa etária e sujeitas a esses problemas, caracterizando já uma questão de saúde pública.


Hoje já dispomos de uma grande quantidade de evidências científicas comprovando que a atividade física regular traz diversos benefícios à saúde da população. No entanto, eram poucas as pesquisas avaliando os efeitos da atividade física regular sobre a saúde e demais problemas que acompanham a idade, especificamente na faixa etária acima dos 70 anos. Preenchendo esta lacuna, foi publicado recentemente na revista científica Journal of the American Medical Association, um estudo que aborda diretamente esta questão.


A pesquisa teve início em 2010 e avaliou, por um período médio de 2,6 anos, 1635 voluntários, homens e mulheres sedentários, com idades de 70 a 89 anos. Os voluntários foram divididos em dois grupos. Um recebeu uma intervenção de atividade física regular, que incluía caminhadas e exercícios de flexibilidade e resistência. O outro grupo recebeu, no lugar da atividade física, um programa de educação para a saúde na velhice. O principal desfecho avaliado foi a capacidade de movimentação, medida pela habilidade do indivíduo completar um percurso de 400 metros em um período de 15 minutos, sem parar para sentar ou requerer a ajuda de outra pessoa.


Os resultados apontaram que o grupo submetido à atividade física teve, estatisticamente, um desempenho significativamente maior que o grupo sem atividade física. Desses resultados pode-se concluir que programas de atividade física regular podem, além de melhorar a mobilidade (o que por si só reduz o risco de doenças e internações hospitalares), aumentar a independência (e por consequência a auto estima) do idoso.


Fonte



  • -Journal of the American Medical Association - JAMA. doi:10.1001/jama.2014.5616



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ONU registra aumento da expectativa de vida no Brasil





 

Crédito: Ned Frisk Photography/ CorbisCrédito: Ned Frisk Photography/ CorbisA expectativa de vida no Brasil aumentou 17,9% entre 1980 e 2013, passando de 62,7 para 73,9 anos, um aumento real de 11,2 anos. O avanço foi apontado no Relatório de Desenvolvimento Humano 2014 divulgado nesta quinta-feira (24) pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Segundo o ministro da Saúde, Arthur Chioro, o crescimento foi possível em razão das medidas de combate à desnutrição, redução da mortalidade materna e infantil, ampliação do acesso a vacinas e medicamentos gratuitos, melhoria do atendimento às mães e bebês, enfrentamento das doenças crônico-degenerativas e das chamadas mortes violentas, entre outras ações na área de atenção básica e urgência e emergência.


O ministro comentou a diferença na melhoria de indicadores de saúde, educação e renda. “Partimos de um cenário de muita desigualdade. Se olharmos, por exemplo, a mortalidade infantil, fizemos uma redução de 70% entre 1980 e 2012. No entanto, ela não reduziu igual. A queda foi maior no Norte e no Nordeste, onde era muito mais acentuada. E isso acaba acontecendo em praticamente todas as situações. Se tivéssemos partido de um patamar mais homogêneo do país, talvez a capacidade de resposta das políticas públicas pudesse também acompanhar um ritmo mais homogêneo”, avaliou.


O relatório colocou o Brasil na 79ª posição do ranking do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) entre 187 países, com um valor de 0,744 (categoria de Alto Desenvolvimento Humano). Entre 1980 e 2013, o valor do IDH do Brasil aumentou 36,4%. O índice está acima da média de 0,735 para os países do grupo de Alto Desenvolvimento Humano e acima da média de 0,740 para os países da América Latina e Caribe.


Também houve crescimento na expectativa da vida nos últimos anos: em 2010, a estimativa era de 73,1 anos, já no ano passado passou para 73,9 anos. Os resultados seriam ainda melhores se o



 



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 Entrando nos sessenta Entrando nos sessenta


Entrando nos sessenta


Como a mulher e o homem confrontam os 60 anos? O novo filme da diretora Julie Gavras, exibido na mostra internacional de São Paulo e com estreia prevista para 11 de novembro, trata de envelhecimento. De como esconder ou assumir a idade. Aos 60 você se sente maduro, curioso e sábio ou velho, amargo e ultrapassado? O título do filme no Brasil é assombrosamente ruim e apelativo: Late bloomers – O amor não tem fim. “Late bloomer” é uma expressão inglesa que denomina quem amadureceu tardiamente. Em francês, a tradução do título é clara e objetiva: Trois fois vingt ans (Três vezes 20 anos). Uma conta básica de multiplicação mostra que você já viveu bastante. Um dia teve 20 anos. Também comemorou ou receou os 40. E agora, aos 60, passa para o time dos velhos. Ou não?


Isabella Rossellini (Mary) e William Hurt (Adam) fazem o casal protagonista. Devido a um súbito lapso de memória, a mulher, professora universitária, percebe que envelheceu e toma medidas concretas em casa. Aumenta o tamanho dos números no aparelho de telefone, coloca barras na banheira para o casal não escorregar. O homem, arquiteto famoso, se recusa a se imaginar velho, passa a conviver só com jovens e a se vestir como eles. Ela faz hidroginástica, mas se sente fora d’água, organiza reuniões com idosas e mergulha em trabalhos voluntários. Ele vai para o bar, bebe energéticos e vira a noite. Cada um se apega a sua visão de como envelhecer melhor, sem concessões. Ambos acabam tendo casos extraconjugais. Há nos dois um desespero parecido. Mary exagera na consciência da proximidade da morte. E Adam exagera na negação. Depois de décadas de amor sólido, com os três filhos fora de casa e já com netos, o casal se vê prestes a engrossar as estatísticas dos divorciados após os 60 anos, ao descobrir que se tornaram estranhos e por isso ficam melhor sozinhos e livres. O filme é uma comédia romântica para a idade avançada, um gênero quase inexistente.


Julie Gavras não encontrou nenhuma atriz francesa que assumisse com humor os dilemas de uma sexagenária. “Precisava de alguém com a idade certa, mas que não tivesse feito cirurgia plástica”, diz Julie. “Isabella foi perfeita porque entende que, quanto mais velha fica, mais liberdade tem.” Na França, diz a cineasta, “a idade é uma questão delicada para a mulher”. No Brasil, que cultua a juventude feminina como moeda de troca, é mais ainda. Isabella, um dos rostos mais lindos do cinema, disse ter adorado fazer um filme sobre envelhecimento: “São tão poucos e tão dramáticos. E minha experiência tem sido pouco dramática, aliás bem cômica às vezes. Mulheres envelhecendo são vistas como uma tragédia e foi preciso uma cineasta mulher para ver diferente”.



A reação de homens e mulheres ao passar dos anos é diferente? Depende. Da velhice, só escapa quem já morreu


Homens e mulheres reagem de maneira desigual à passagem dos anos? É arriscado generalizar. Depende de cada um. Compreendo que mulheres de 60 sintam mais necessidade de parecer jovens e desejáveis – mas alguns homens idosos se submetem a riscos para continuar viris. A obsessão da juventude eterna criou um grupo de deformadas que se sujeitam a uma cirurgia plástica por ano e perde



       DIA ESPECIAL COM PESSOAS ESPECIAIS



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Como controlar e conviver com a Asma



 

A asma, ou bronquite, é uma doença crônica que causa a inflamação dos brônquios e o consequente estreitamento dos bronquíolos (pequenos canais de ar dos pulmões), dificultando a passagem do ar e provocando contrações ou broncoespasmos. As crises de asma comprometem a respiração, tornando-a difícil.


Quem sofre de asma sabe como é difícil (e assustador) acordar no meio da noite com falta de ar e o peito chiando. Usar bombinhas de medicamentos, que muitas vezes, quando utilizadas sem o auxilio de espaçadores, causam feridas na boca, para controlar as crises também é algo cotidiano para os asmáticos.


Porém, estas crises mostram que a asma não está controlada. E isto não é normal!


Os remédios utilizados pelos asmáticos, os broncodilatadores e os profiláticos, são utilizados apenas para aliviar a crise, e não preveni-la ou controlá-la.


As crises de asma são causadas por diversos motivos. Os mais conhecidos são:



  • Infecções pulmonares;

  • mudanças bruscas no tempo;

  • fumaça de cigarro;

  • saliva de animais, como a dos gatos;

  • poeira;

  • pólen;

  • produtos químicos;

  • ácaros, fungos e mofos;

  • outros tipos de agentes, como um resfriado e até mesmo emoções positivas ou negativas.


Calcula-se que a asma atinja cerca de 8% a 10% da população brasileira e está entre as principais causas de internação entre as crianças. Segundo a OMS, em todo o  mundo cerca de 150 milhões de pessoas têm asma e este número vem aumentando. Além disso, ainda de acordo com a OMS, cerca de 2,5 mil pessoas morrem todo ano por conta da asma em nosso país.


A asma, ou bronquite, não tem cura, mas a aderência ao tratamento contínuo é fundamental para prevenir as crises, adiar e até reverter parcialmente as crises.


 



COMO RECONHECER UMA CRISE?


As crises nunca vêm “do nada’’, normalmente elas são precedidas por sintomas que indicam uma piora do quadro clínico, como cansaço maior que usual às atividades cotidianas, tosse noturna persistente, interrupção do sono por sintomas de asma etc.


Crise leve: o paciente apresenta certa fadiga, conseguindo falar normalmente, andar e ficar na posição horizontal. Exibe certa dificuldade para respirar, chiado leve no peito e/ou tosse.


Crise moderada: a fadiga do paciente é intensa e a fala é reduzida à frases curtas. O chiado no peito é facilmente audível, nota-se o uso dos músculos acessórios da respiração. A posição sentada ou deitada com travesseiro alto é mais confortável ao paciente.


Crise grave: o paciente apresenta falta de ar intensa, uso dos músculos acessórios da respiração, chiado alto e pressão no peito. O doente assume a posição sentada e reclinada para frente com os ombros anteriorizados; só consegue falar algu



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 Dizem que a última rainha da França não conseguiu esconder o desespero no fim da vida. Maria Antonieta acordou com manchas brancas espalhadas pelo corpo no dia em que seria guilhotinada em praça pública. Era vitiligo. Ainda são desconhecidas as causas da doença que afeta a pigmentação da pele, mas sabe-se que há um importante componente psicológico. "É evidente a influência do emocional. A maioria dos pacientes são estressados e ansiosos, alguns sofreram traumas. Impressiona ver que as manchas podem aparecer da noite para o dia", comenta o dermatologista de Brasília Roberto Doglia Azambuja, que lida com o vitiligo há 37 anos. Recentemente, pesquisadores brasileiros descobriram um dos genes que está associado ao surgimentos das manchas.



O vitiligo é uma doença autoimune que promove a destruição pelo próprio organismo dos melanócitos, células responsáveis pela produção do pigmento melanina. O processo pode ser bem repentino, assim como ocorreu com Maria Antonieta. "O choque emocional pode estar ligado ao vitiligo, mas não é a sua causa. O estresse desencadeia a doença em pessoas com predisposição genética", esclarece o dermatologista Caio de Castro, professor da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR) e chefe do ambulatório de vitiligo da Santa Casa de Curitiba. Ele é o coordenador da pesquisa que apontou o gene DDR1 como um dos ligados à adesão dos melanócitos à pele. Castro acredita que a descoberta vai contribuir para o desenvolvimento de remédios voltados para a doença que ele considera ser órfã, já que ainda não existe um tratamento elaborado especificamente para ela.



As manchas podem aparecer em qualquer lugar do corpo, mas elas são mais comuns em áreas de atrito (istockphoto)



As manchas podem aparecer em qualquer lugar do corpo, mas elas são mais comuns em áreas de atrito



As manchas podem aparecer em qualquer lugar do corpo, mas Castro informa que elas são mais comuns em áreas de atrito. Por isso, o vitiligo se manifesta com mais frequência nas mãos e no rosto. Os pelos podem ficar brancos e é comum no início da doença a queixa de coceira. A sensibilidade na pele permanece inalterada. "Algumas pessoas podem ter diminuição de audição e inflamação nos olhos quando a doença ataca os melanócitos dos ouvidos e dos olhos, o que é raríssimo. O vitiligo doi mais na alma", diz o dermatologista paranense.



O medo dos pacientes é de que as manchas se espalhem. Não há como garantir o resultado, mas de qualquer maneira é importante iniciar o tratamento o mais rápido possível. O ideal é procurar acompanhamento médico com menos de cinco anos porque ainda há melanócitos vivos. A meta é estimular as células produtoras de melanina do entorno (tanto as que estão na pele quanto as que pigmentam os pelos) a migrar para a mancha. Logo, as áreas com pelo respondem melhor ao tratamento. Pelo mesmo motivo, quem tem tendência a desenvolver a doença não deve fazer depilação a laser. Os pelos podem ser úteis caso um dia seja necessário estimular a pigmentação da pele.



FOTOTERAPIA 

Além de usar medicamentos tópicos e orais, os pacientes podem ser submetidos ao tratamento fototerápico com radiação ultravioleta. A cabine é indicada para casos em que mais de 30% do corpo está tomado pela doença. Já com laser ou lâmpada os raios são direcionados para cada mancha separadamente. Apesar de a fototerapia apresentar bons resultados, o pesquisador da PUC-PR Caio de Castro destaca o inconveniente de haver um limite de exposição, já que a técnica pode aumentar o risco de câncer. Para os raios UVA, são 200 sessões,



 


A chegada da terceira idade é um período normal


da vida




e que reflete a consciência, ou em alguns casos angústia, da descoberta da essência do que viemos fazer neste mundo e a manifestação de todo o potencial que temos. “Na correria quase insana que nos envolvemos dia a dia, muitas vezes, deixamos passar despercebido que cada instante é muito precioso, único e pode revelar grandes oportunidades de transformação”, diz Rodrigo Fonseca, fundador e presidente da Sociedade Brasileira de Inteligência Emocional.


Para o especialista em inteligência emocional, os aspectos emocionais e psicológicos muitas vezes são ignorados, por exemplo, pelos familiares. Sintomas como depressões, transtornos cognitivos, fobias não caracterizam necessariamente uma doença e sim um sinal amarelo de que as emoções estão à flor da pele.


Rodrigo explica que a vida é movimento, é energia e sempre tem o melhor para nos oferecer. Podemos compará-la a uma tela em branco. Podemos fazer dela uma obra de arte, ou, simplesmente deixá-la do jeito que a recebemos, mantendo-a sem qualquer relevância, ou pintar o pior dos pesadelos – sempre é uma escolha nossa.


Pessoas de oitenta anos podem ter mais disposição e vitalidade que uma de vinte. As emoções são responsáveis pela energização dos nossos órgãos vitais. Assim como um enfarto pode se provocado por reiterado acúmulo de estresse, que, aliás, nada mais é do que uma subproduto de medos e raiva não digeridos, uma boa dose de alegria todos os dias pode manter saudáveis sua mente e seus órgãos vitais.


“É pena que muitas vezes nos deixamos dominar por pensamentos negativos e limitantes, pois eles não fazem parte da nossa essência. A existência de cada ser vivo não é obra do acaso. Existe um propósito e ele não se restringe aos atos de trabalhar, estudar, casar e sobreviver. Você e eu existimos para contribuir de maneira especial e única com a evolução da humanidade e, consequentemente, com o nosso próprio crescimento”, ressalta ele.


Existem muitos “idosos” que descobriram isso e, mesmo na terceira fase da vida, buscaram dentro de si mesmos as respostas para m




5 alimentos que não podem faltar na sua dieta :


Aipo, brócolis, cebola, alho e abóbora.

Por que fazem bem: o aipo é um excelente diurético, ajudando a evitar o acúmulo de substâncias tóxicas nocivas ao coração e ao sistema nervoso. Já o brócolis é rico em ácido fólico, fitoestrógenos, cálcio, magnésio e vitamina C, que auxiliam na regulação da pressão. A cebola, graças à quercetina, e o alho, que possui alicina, favorecem a circulação sanguínea. A abóbora é fonte de betacaroteno e antioxidantes, que também atuam no controle da pressão arterial.


O que cortar


Excesso de sal, molho inglês, shoyu, ketchup, caldos de carne e legumes, alimentos industrializados com alto teor de sódio, embutidos, enlatados e bebidas alcoólicas.


Por que fazem mal: “O sal aumenta a retenção de líquidos no organismo, o que influencia diretamente a pressão, fazendo-a subir”, diz Mion. Porém, tão importante quanto cortar o sal durante o preparo dos pratos, é evitar os alimentos prontos e os que são conservados à base de sal. “A ingestão de álcool por períodos prolongados também é associada à pressão alta, aumentando a probabilidade de sofrer de complicações cardiovasculares”, adverte Maria Gandini, da RG Nutri Consultoria Nutricional.


Fonte http://revistavivasaude.uol.com.br/nutricao/dieta-para-combater-a-hipertensao/593/


 



A cada etapa, uma rotina





Muitos pais são marinheiros de primeira viajem e, por mais que não digam diretamente que  a babá domine o universo de cuidados da criança a ponto até de lhes ensinar algumas técnicas que facilitem a rotina. Outros pais porém, sabem se virar muito bem e têm clareza de como querem conduzir os cuidados com seus filhos.


Em qualquer caso, cabe à babá mostrar segurança na sua prática com crianças para transmitir tranquilidade aos pais e criar uma relação de parceria, fazendo do seu ambiente de trabalho um espaço de prazer e confiança mútua.


A segurança se evidencia nos detalhes dos cuidados com a criança, como na hora de trocar fraldas, de acalmar o choro, de conduzir uma brincadeira, de dar uma comida, de elogiar, de colocar para dormir, de dar banho, de agir em situações imprevistas e de controlar a rotina diária para fazer cada coisa a seu tempo.


A parceria será firmada quando ficar nítido que as babás sabe aliar a sua técnica à forma como a família  conduz os cuidados com seu(s) filho(s). Afinal, em cada casa as relações se estabelecem de determinado jeito, e o profissional tem que saber dançar conforme a música.


É impossível  prever o tipo de família que lhe abrirá a porta, mas é certo que, ao passar por ela, você precisa mostrar a que veio. Então, mãos à obra!


RECÉM-NASCIDO


 


Cabe a você cuidar de um bebezinho que acaba de nascer? Que privilégio poder participar dos primeiros momentos de alguém recém-chegado, ao mundo, mas que responsabilidade também! Você estará ao lado da família para dar boas-vindas a esse bebê que passou nove meses no útero materno - um lugar agradável, aquecido, onde era embalado pelo ritmo das batidas do coração de sua mãe.


Do lado de fora, é claro que ele se sentirá seguro e tranquilo ao encontrar um ambiente acolhedor. Portanto, não tenha medo de lhe dar colo, isso não vai deixá-lo manhoso e, sim, confiante. Aproxime-o do seu corpo, apoiando o pescoço e a cabeça. Depois, converse, cante, embale-o com delicadeza e faça carinho.


Muito em breve ele irá reconhecer você pela voz e pelo toque.


 


COMER E DORMIR


 


 



Sim, esta é a vida dos recém-nascidos: comer e dormir. A babá, nesta fase, deve assegurar que o sono do bebê seja calmo e deve lembrar à mãe que não é recomendável um intervalo entre mamadas superior a quatro horas.



 


Na verdade, nesse começo de vida, o bebê costuma mamar com intervalo mais curtos e sem qualquer regularidade. As mães, em geral ficam extremamente cansadas. Além de ajuda da babá, muitas precisam de suporte emocional. Sempre que possível, fale à mãe palavras de incentivo, diga como está se saindo bem e como é bom ela estar disponível para alimentar seu bebê exclusivamente no peito.


E, falando em mamar, não custa dizer às mamães que o bebê deve ser estimulado a esvaziar um peito antes de passar para o outro. É que o leite do final da mamada é mais rico em gorduras, dando à criança saciedade e maior ganho de peso.


Nos dois primeiros meses, as mamadas devem ser oferecidas de acordo com a vontade do bebê - lembrando, porém que nessa fase os intervalos não devem ser superiores a quatro horas. Depois disso, a criança tende a adquirir mais prática em sugar, e, com isso, seus horários tornam mais regulares.


 


Barulhinho bom


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Enquanto mamam, os bebês costumam engolir ar, o que pode provocar certo desconforto e choro. Para evitar isso, após cada mamada, coloque uma fralda de pano sobre seu ombro  e segure o bebê em pé, apoiando a cabeça dele.Quando a posição estiver confortável, dê tapinhas suaves no bumbum (algumas pessoas batem nas costas, mas isso não é recomendável por favorecer o refluxo). Em algum tempo, você vai ouvir um barulhinho - o arroto! - indicando que o ar engolido saiu. Algumas crianças nem sempre arrotam e isso não é motivo de preocupação.


 


FRALDAS


O primeiro contato com a criança



Passar pela avaliação dos pais é, sem dúvida, uma prova de fogo.Acontece que o sucesso no emprego depende de sua habilidade em conquistar a criança.


Nas novelas, isso costuma ocorrer logo no primeiro encontro. Mas na vida real, o laço entre babá e aquele que esta sob seus cuidados vai se estreitando com a convivência.


Ninguém escapa do desconforto do começo - nem a babá, nem os pais, nem a criança. O período de adaptação é para todos. Porém o  empregado é quem deve se empenhar e se cercar de cuidados para que a primeira impressões sejam positivas.


Com o objetivo de reduzir as chances de um contato inicial turbulento, certifique-se de que os pais (ou, pelo menos um deles) tenham disponibilidade para passar alguns dias em casa, enquanto a criança se acostuma com a sua presença e com fato de que, a partir de então, você cuidará dela.Isso será importante para todos: os pais terão a oportunidade de observar a forma como a babá interage com o filho (ou a filha) ; a criança perceberá a babá como alguém que está chegando para cuidar dela e não para substituir seus pais; e você terá a chance de ver como a família se relaciona e como pode se encaixar na rotina deles.



Logo que for apresentada à criança, independentemente da idade, dedique a ela toda a atenção. Caso ela já fale ou possa compreender o que você diz, crie uma situação de aproximação, pedindo, por exemplo, que ela lhe mostre os brinquedos favoritos. No caso de bebês muito pequenos, tente perceber o melhor momento de pedir aos pais para pegá-lo no colo. Afinal nesta fase, a proximidade começa com o acolhimento.


A babá é alguém que chega para cuidar, dar atenção e fazer companhia. Em meio a tarefas e brincadeiras, é natural que surja o afeto entre o a profissional e a criança. Aliás, a relação de confiança vai se construindo a partir daí, e bem sabemos que meninos e meninas precisam se sentir queridos para desenvolverem plenamente.


Babás, no entanto, são profissionais e devem entender que são um apoio à família, mas não substituir ninguém.Devem ainda saber que precisam ser firmes para fazer a criança a realizar pequenas conquistas no seu dia a dia.


Por último, as babás devem ter clareza de que, como qualquer ser humano, não são perfeitas, mas são depositárias de uma confiança infinita à qual precisam corresponder.



 



*Por Arnaldo Lichtenstein


 


ARTIGO


OS "DEZ MANDAMENTOS" DOS CUIDADOS COM IDOSOS


1- Alimentação



O idoso e o sono


 



 


 


 


 


Para a maioria dos idosos, dormir é um problema. Não têm pressões profissionais e as preocupações são menores, mas o simples acto de dormir é um drama. Muitos idosos estão descontentes com o seu sono e tomam, durante anos a fio, comprimidos para dormir.




O Jornal do Centro de Saúde foi saber quais as razões desta aparente “falta de sono”, se dormir menos horas durante a noite é, de facto, um problema e o que os nossos leitores mais velhos podem fazer para melhorar o seu sono. Falou com Prof. João Barreto, psiquiatra, da Faculdade de Medicina do Porto e com a Dra. Marta Gonçalves, Directora Clínica do Instituto do Sono.


“O sono dos idosos é mais fragmentado e menos profundo. Não se pode afirmar que os idosos precisem de dormir menos, mas têm menos capacidade de dormir de forma contínua. O seu sono é mais frequentemente interrompido por despertares nocturnos. Com o avançar da idade, o nosso ritmo biológico muda, e há tendência para adormecer e despertar mais cedo”, afirma a Dra. Marta Gonçalves. O Prof. João Barreto explica-nos que “o sono dos idosos é diferente em vários aspectos e mais fragmentado. Acordam muitas vezes. O sono dos idosos está menos concentrado na noite e está mais disperso no dia. Isto é, têm tendência a dormir a várias horas durante o dia, de manhã e de tarde. O sono não é um estado único. No sono, passamos por vários estádios diferentes. A mudança de estádio ou níveis de sono é muito frequente. Os idosos passam mais facilmente de um estádio para outro, comparativamente às pessoas de outra idade. O sono dos idosos está desfasado do das pessoas jovens, não para o atraso, mas para o adiante. O idoso tem sono mais cedo do que as pessoas jovens e tem tendência para se ir deitar, normalmente, uma, duas e até três horas mais cedo. Não é raro termos idosos que se queiram deitar às 19, 20 ou 21 horas... Logo, há uma tendência para acordarem mais cedo e têm muita dificuldade em adormecer”, diz-nos.


 


Quantas horas devemos dormir?


 


A Directora Clínica do Instituto do Sono afirma que “de forma geral, a maioria das pessoas necessita de sete a oito horas por dia, mas há casos que necessitam apenas de cinco ou seis, enquanto outras necessitam de mais de nove ou dez horas”. Podemos então afirmar que não existe uma regra que se adeque a todas as pessoas pois “as horas de sono de cada um devem ser individualizadas caso a caso”. À medida que vamos crescendo “a necessidade de sono vai diminuindo”, afirma.


Na opinião do Prof. João Barreto, “os mais jovens devem dormir oito a nove horas. As pessoas idosas devem dormir sete ou oito”. Existem muitas patologias do sono. As insónias são as que mais queixas trazem aos consultórios. De acordo com o Prof. João Barreto, “deverá ser o próprio médico de família a enviar o doente para um especialista porque os idosos raramente sabem quando o devem fazer”.


 


Comprimidos para dormir


 


De acordo com o Prof. João Barreto “a maior parte dos idosos toma comprimidos para dormir e fazem-no há muitos anos. Normalmente, são medicamentos que lhes fazem sonolência no dia seguinte. Estes medicamentos têm uma acção muito longa e fazem com que o idoso durma mas acorde muito cansado, de manhã. São medicamentos que se acumulam no organismo e são dificilmente eliminados. Como resultado, o doente acorda muito lento, com bastante sono e sofrem algumas quedas em casa. Os médicos têm muita dificuldade em cortar com medicamentos que estejam a ser tomados há dez, quinze anos por determinado idoso. Não se pode cortar de repente. De qualquer forma, deve ser dada medicação por um curto período de tempo. Ou seja, recomendo que um doente meu tome aquele medicamento por uns dias e depois pare”.


 


Como podem os idosos dormir melhor?


Perguntamos aos dois especialistas como é que os idosos podem melhorar o seu sono. Reunimos as recomendações na lista que lhe apresentamos em seguida:


- Aconselham-se actividades regulares durante o dia para que se sintam mais cansados à noite. As actividades diárias regularizam o sono nocturno.


- Os idosos só devem ir para a cama apenas e só quando têm sono. Deverão evitar estar na cama muito tempo a ler ou a ver televisão.


- A pessoa idosa deve deitar-se sempre à mesma hora, não sendo conveniente que se deite a horas muito variáveis. Por exemplo, há muitos idosos que passam um mês em casa de cada filho. Recomenda-se que passem mais tempo em casa de cada filho para se habituarem às rotinas dessa família. É necessário que se habituem à cama onde vão dormir, aos ruídos do exterior, aos estímulos das pessoas, às temperaturas, à almofada, ao percurso da casa, etc. Estes aspectos são muito importantes para a pessoa idosa. Mudar de rotinas é muito confuso para os idosos, o que lhes pode provocar insónias.


- O quarto não deve estar demasiado frio, nem demasiado quente. Os idosos têm tendência de ter o quarto muito quente. Não o devem ter em demasia para que não adoeçam.


- Devem evitar café, chá e, se possível, certos medicamentos à noite que funcionam como excitantes.


- Os familiares devem ter em atenção e evitar portas a bater ou televisões muito altas.


- É importante que a família não tenha conversas preocupantes à noite. Em geral, é muito difícil obedecer a esta recomendação pois é neste período do dia que os filhos, com quem os idosos vivem habitualmente, têm mais tempo para falar dos ausentes, de pessoas que já morreram e de preocupações do dia-a-dia.


- Da mesma forma, é importante que as combinações de afazeres sejam feitas de manhã e nunca à noite. Programar actividades do dia seguinte, na noite anterior, é fatal para os idosos pois eles passam a noite a pensar nisso e já não dormem.


- Os familiares devem evitar discussões e conflitos frente aos idosos.


- Recomenda-se que tenham refeições ligeiras ao jantar.


- Não devem ter relógio na mesa de cabeceira.


- &Eacu



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BBC


Segundo estudo, que analisou 638 idosos, grupo fisicamente mais ativo obteve maiores benefícios.



 


 



 

 


Cérebro (Foto: SPL)Exercícios têm mais efeito sobre o cérebro que ser

mental e socialmente ativo, diz estudo (Foto: SPL)

A atividade física regular na terceira idade pode ajudar a evitar o encolhimento do cérebro e outros sinais associados à demência, revela um novo estudo feito pela Universidade de Edimburgo, na Escócia, e publicado na revista "Neurology".


A pesquisa analisou dados de 638 pessoas com 70 anos, submetidas a exames cerebrais.


Os resultados mostraram que aqueles que eram fisicamente mais ativos tiveram uma menor retração do cérebro do que os indivíduos que não se exercitavam.


Por outro lado, as pessoas que faziam atividades de estimulação mental e intelectual, como palavras cruzadas, leitura de livros ou socialização com os amigos, não tiveram efeitos benéficos em relação ao tamanho do cérebro.


 

Deterioração

A ciência já provou que a estrutura e o funcionamento do cérebro se deterioram com o passar dos anos.


Também são inúmeros os registros na literatura médica de que o cérebro tende a encolher com o envelhecimento. Essa retração está ligada a uma perda de memória e das capacidades cerebrais, dizem as pesquisas.


Os estudos também têm mostrado que as atividades sociais, físicas e mentais podem contribuir para prevenir essa deterioração. No entanto, ainda não haviam sido feita pesquisas amplas com imagens para observar essas mudanças na estrutura e no volume do cérebro.


Segundo o estudo, que levou três anos para ser concluído, o médico Alan Gow e sua equipe pediram aos participantes que levassem um registro de suas atividades diárias.


No final desse período, quando os voluntários completaram 73 anos, eles passaram por scanners de ressonância magnética para analisar as mudanças no cérebro.


Depois de levar em conta fatores como idade, sexo, saúde e inteligência, os resultados mostraram que a atividade física estava "significativamente associada" com uma menor atrofia do tecido cerebral.


"As pessoas de 70 anos que fizeram mais exercício físico, como caminhadas várias vezes por semana, apresentaram uma retração menor do cérebro e outros sinais de envelhecimento da massa cerebral do que aquelas que eram menos ativas fisicamente", exlicou Grow.


"Além disso, nosso estudo não mostrou nenhum benefício real no tamanho do cérebro em decorrência da participação em atividades mentais e socialmente estimulantes, conforme foi observado pelas imagens em scanners de ressonância magnética durante os três anos de estudo", acrescentou.


Segundo o pesquisador, a atividade física também foi associada a um aumento no volume de massa cinzenta. Essa é a parte do cérebro onde se originam as emoções e percepções. Em trabalhos anteriores, essa região foi relacionada à melhora da memória de curto prazo.


Quando os cientistas analisaram o volume de massa branca, responsáveis pela transmissão de mensagens no cérebro, descobriram que as pessoas fisicamente ativas tinham menos lesões nessa área do que as que se exercitavam pouco.


Causas

Embora estudos anteriores já tenham mostrado os benefícios do exercício para prevenir ou retardar a demência, ainda não está claro os motivos por que isso acontece. Os pesquisadores acreditam que as vantagens da atividade esportiva podem estar ligadas ao aumento do fluxo de oxigênio no sangue e de nutrientes para o cérebro.


Mas uma outra teoria é que, como o cérebro das pessoas encolhe com a idade, elas tendem a se exercitar menos e, assim, acabam tendo menos benefícios. Seja qual for a explicação, dizem os especialistas, os resultados servem para comprovar que o exercício físico é benéficio para a saúde.


"Esse estudo relaciona a atividade física à redução dos sinais de envelhecimento do cérebro, sugerindo que o esporte é uma forma de proteger nossa saúde cognitiva", disse Simon Ridley, da entidade Alzheimer`s Research, do Reino Unido.


"Embora não possamos dizer que a atividade física é o fator causal desse estudo, sabemos que o exercício na meia idade pode reduzir o risco de demência futura", afirmou.


"Vai ser importante acompanhar tais voluntários para ver se essas características estruturais estão associadas com um maior declínio cognitivo nos próximos anos. Também será necessário mais pesquisas para saber detalhadamente sobre por que a atividade física está tendo esse efeito benéfico", acrescentou Ridley.


Já o professor James Goodwin, da organização Age UK, que financiou a pesquisa, disse: "Esse estudo destaca novamente que nunca é tarde para se beneficiar dos exercícios, seja uma simples caminhada para fazer compras, seja um passeio no jardim", disse.




FONTE- Da BBC       BBC





MS - Atendimento para quem tem câncer e prazos


Retrocesso na assistência a quem tem câncer? Mudanças no atendimento.


 


Lei que determina que o tratamento da doença tem de começar em até 60 dias após o diagnóstico faz ministério alterar regras. Especialistas temem retrocessos na assistência 


 


Para tentar cumprir a lei que estabeleceu prazo máximo de 60 dias entre o diagnóstico de câncer e o início do tratamento, o Ministério da Saúde modificará as regras que organizam o sistema de atendimento, estabelecidas na Portaria 741, de 2005. O texto com as alterações, elaborado discretamente por um grupo de trabalho da pasta, pegou especialistas da área de surpresa, ao ser publicado no Diário Oficial da União em agosto passado. Com o prazo para apresentar sugestões finalizado no último dia 13, profissionais de oncologia estão apreensivos com a redação final que o ministro Alexandre Padilha publicará em breve. O risco, segundo eles, é de grave retrocesso na assistência prestada ao paciente do Sistema Único da Saúde (SUS).




Uma das críticas veio da Sociedade Brasileira de Cancerologia (SBC). A entidade se posicionou contra dispositivo do texto apresentado pelo governo federal que dispensa o cirurgião oncológico da equipe das Unidades de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (Unacons) — hospitais menos completos que os Centros de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (Cacons). Juntos, Cacons e Unacons formam a rede de atendimento no país. Não podemos entender porque colocar essa modificação no momento em que todas as grandes instituições de câncer no mundo mostram que, depois do estágio da doença, o segundo fator prognóstico é o cancerologista cirúrgico. Uma cirurgia bem feita implica em maior chance de cura e menor necessidade de tratamentos mais caros, indigna-se Robson Freitas de Moura, presidente da SBC.




Moura enxerga uma flexibilização inadequada na alteração das regras colocadas em consulta pública pelo Ministério da Saúde. Em princípio, as modificações nos parâmetros, na estrutura e nos serviços de Cacons e Unacons parecem estimular a fragmentação da atenção oncológica e, consequentemente, tornar o acesso maior, já que mais unidades poderão ser credenciadas. Mas não adianta diminuir as exigências só para cumprir a lei dos 60 dias, se a assistência oferecida ficará pior. No futuro, poderemos ter até alta nas taxas de mortalidade, diz o médico. Ele explica que, ao contrário do cirurgião geral, que se especializa em dois anos, o oncológico estuda cinco anos. É um profissional mais preparado, sem dúvida. E há em número suficiente no mercado. Deixar de exigi-lo é um retrocesso.




Presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica, Anderson Silvestrini concorda. E aponta outra preocupação. Segundo ele, as modificações propostas pelo ministério farão com que o acesso a exames de imagem fundamentais para o tratamento se tornem mais restrito. Abre de forma mais enfática a possibilidade de unidades de grande porte, como Cacons, não terem determinados equipamentos, de poderem terceirizar alguns serviços, como endoscopias, anatomia patológica, imunologia geral. Isso compromete o atendimento.




Muitas vezes o médico precisa dos resultados para escolher a base do tratamento, qual medicamento, em que dosagem, afirma o especialista. Ele acredita que as alterações também poderão acarretar prejuízos para o desenvolvimento da pesquisa e da formação na área da oncologia no país. Quanto mais você trata, mais conhece da doença. Se pulveriza muito o serviço, pode não ter um atendimento tão bom.




Conteúdo


 


Ao comparar o texto sugerido pelo Ministério da Saúde com a portaria que será modificada, implementada na época do ministro José Gomes Temporão, Silvestrini lamenta tanto em termos de conteúdo quanto de processo. “A redação de 2005 é resultado de uma ampla discussão. Os especialistas foram chamados para contribuir, deram seu posicionamento. A portaria ficou muito equilibrada. Dessa vez, o prazo para discussão foi muito curto. Será que precisa realmente mudar o texto em vigor ou precisa melhorar a estrutura e o financiamento da saúde?, questiona o oncologista. Moura, presidente da SBC, é ainda mais enfático na crítica. Esse ministro tem mania de fazer tudo caladinho e depois apresentar a surpresa. É lamentável. Vamos oferecer ao paciente do SUS medicina de segunda categoria, sob o lema de que é melhor atender mal do que não atender?, pergunta.




Carla Macedo, presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica, também critica a forma pouco democrática, inclusive o prazo de menos de um mês para consulta pública, com que as modificações foram desenhadas. Na área do câncer infantil, com cerca de 12 mil novos casos por ano, ela não viu avanços significativos nas novas regras propostas pelo Ministério da Saúde. Uma reivindicação que tínhamos, de que a oncologia pediátrica tivesse espaço físico separado do tratamento de adultos, não foi atendida. Por isso, mandamos como sugestão, durante a fase de consulta pública, mas não sabemos se será incorporada. Um ponto positivo do texto apresentado foi ter deixado clara a obrigatoriedade do oncologista pediátrico para tratar crianças, afirma Carla.




Sem fiscalização


 


Em vigor desde maio passado, a lei que determina tempo máximo de 60 dias para que os pacientes com câncer iniciem o tratamento não é fiscalizada. É impossível saber se as pessoas acometidas por uma doença tão grave estão se beneficiando do prazo determinado pela legislação, que foi sancionada pela presidente Dilma Rousseff em novembro de 2012. O texto previa um período de seis meses para que a lei entrasse em vigor. Somando todos os prazos, portanto, a norma está prestes a completar um ano, desde a sanção. Mas o tempo não foi suficiente para que o Ministério da Saúde tivesse um sistema capaz de receber as informações dos diagnósticos feitos no país e, dessa forma, acompanhar o cumprimento dos 60 dias. A previsão é de que isso ocorra só em janeiro do ano que vem, quando o repasse dos registros por parte dos municípios passará a ser obrigatório, segundo explicação do Minist



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Top 10, frutas que ajudam a perder peso


 

 






Perder peso comendo frutas. Comer muitas frutas e vegetais pode ajudar a perder peso naturalmente. Existem frutas que são baixas em calorias e contêm grande quantidade de nutrientes importantes para o bom funcionamento do nosso corpo. Comer essas frutas não só ajuda a suprimir a fome, mas tambem tira a louca vontade de comer alimentos açucarados, além de dar-lhe energia e fazer você se sentir melhor fisicamente.




 


1) Frambuesas. São ricas em fibras e pobres em calorias. Contêm um bom nível de ácido fólico e zinco. Aprox. 60 calorias por copo.




2) Morangos. Estes contêm altos níveis de vitamina C e também são ricos em fibras e pobres em calorias. Aprox. 45 calorias por copo.





3) Maçãs. Elas são uma ótima fonte de fibras e contêm pectina que é uma fibra solúvel que ajuda a reduzir o colesterol. Também contêm flavonóides que combatem o câncer. Aprox. 81 calorias cada meia maçã




4) Damascos. Eles contêm proteínas, cálcio, ferro, vitamina K, zinco, vitamina A e também contém caroteno, potássio e fibras, por isso são uma fruta muito saudável para incluir em sua dieta para perder peso. Aprox. 80 calorias por cinco frutas.




5) Mirtilos. Eles são um verdadeiro super alimento, dando muitos benefícios à saúde. Contêm altos níveis de antioxidantes que tambem ajudam na luta contra o câncer. Tambem contêm potássio, ferro, vitamina C e fibras. Aprox. 40 calorias cada meia xícara.





6) Mamão. É uma excelente fruta para incluir na dieta porque contêm muitos nutrientes diferentes, por exemplo o ácido fólico, cálcio, vitamina C, fibras e carotenóides. Aprox. 118 calorias por meio mamão.




7) Melão. Eles são ricos em vitamina C, potássio e beta-caroteno, também tem fibras. Aprox. 56 calorias por copo.




8) Laranjas. Elas são ricas em vitamina C, uma boa fonte de fibras e folato, e também contém cálcio. Aprox. 50 calorias cada meia laranja.




9) Ameixas. Estes frutos contêm muitos nutrientes diferentes e são conhecidos por seu alto teor, contendo proteínas, potássio, vitamina A, vitamina E, cálcio, ferro e também pequenas quantidades de zinco e niacina. Aprox. 113 calorias cada meio copo.























 
 
 
 
 

Dizem que saber envelhecer é o mesmo que produzir uma obra de arte no dia-a-dia. E verdade, pois as coisas não acontecem da noite para o dia. De forma natural, no decorrer da vida, vamos nos encaixando a elas e modificando nosso modo de ser, mesmo sem querer. Entender que a velhice está implícita na juventude, da mesma forma que a morte na vida, é uma maneira de aceitar os aspectos opostos da existência. O segredo do saber envelhecer é conservar a auto-estima, continuando a ser interessante para si próprio e para os outros. Amar a vida, as pessoas, alimentar sonhos, ocupar a mente com alguma atividade são excelentes formas de manter-se emocionalmente equilibrado.




Dizem os geriatras que as pessoas devem fazer exercícios físicos e mentais em todas as fases da vida, cuidando do corpo com uma alimentação sadia, sem excessos, sem abusos, exercitando-se com algum trabalho, mesmo quando aposentadas. Assim, é evidente que com a idade deve haver uma evolução: mudança de hábitos, formas de se comportar, se vestir etc.



É importante, ainda, cultivar as amizades, acompanhar o crescimento e a mudança dos jovens, sem o isolamento próprio de quem se acha fora de época. O elemento fundamental para isso é manter o interesse pela vida e continuar amando. Raramente quem teve muitos amigos, doou muito de si e se preocupou com os outros termina sua vida sozinho. Por isso, buscar novas amizades, inclusive jovens, permite um contínuo renovar-se. O mundo de hoje é muito agressivo e, se a pessoa não se coloca dentro dele, acaba marginalizada por seu próprio modo de vida.



A maior sabedoria não está em saber envelhecer, mas em como viver, de forma sábia, o dia-a-dia. É uma decorrência natural, pois geralmente não sentimos que estamos envelhecendo e não nos consideramos velhos quando atingimos uma idade mais madura.

O ser humano normal gosta de viver, de participar, de trocar experiências, enriquecendo a si e aos outros. O importante é não julgar que já não se pode curtir as coisas boas que a vida oferece, porque a velhice chegou. À medida que a pessoa caminha em idade, não apenas enriquece a cabeça, o espírito. De certa forma, construiu alguma coisa. É hora, então, de curtir suas realizações. Como? Sendo o mais natural possível.



As pessoas excessivamente vaidosas, quando envelhecem, não querem fazer mais nada, porque se julgam velhas. Outras, por pequenos achaques físicos, se acham no fim. Há também as que se refugiam atrás das dores para justificar seu afastamento social. Quem, sem causa justificada, se deixa abater quando envelhece jamais viveu com garra e entusiasmo a própria vida.



A preparação para a velhice acontece ao longo da vida: vivendo. Ninguém pára para dizer que fez 50, 60 ou 70 anos. Os anos vão se sucedendo no nosso fazer, descobrir, curtir, viver. Na terceira idade, a pessoa ama da mesma forma, só que valoriza bem mais a qualidade do que a quantidade das coisas. Por isso é possível curtir tudo com mais intensidade.



Da mesma forma que se educa uma criança desde o dia em que nasce para ser honesta, equilibrada e trabalhadora, educamo-nos diariamente para a velhice, conhecendo-nos melhor, usando como bandeira as próprias qualidades, discernindo os atos pessoais, e tentando ver onde estão as falhas para corrigi-las, sem lhes passar um spray. Ávida se renova a cada dia, e é preciso acompanhá-la. Quem não se interessa por isso é velho, mesmo que tenha 20 anos de idade.



A pessoa envelhece mantendo e acentuando suas próprias características. Quem normalmente é neurastênico, será um velho chato e insuportável, pois sem as censuras normais das outras idades, mostrará com mais naturalidade sua irritabilidade. Ao contrário, quem é dócil, manso, será um velhinho doce, que agrada a todo mundo. Basta observar as pessoas que vivem ao nosso lado. Nesse particular, entra muito, também, a forma como a pessoa aceitou as oportunidades de crescimento que a vida lhe ofereceu.



A idade madura e a velhice evidenciam a experiência. Saliento a sabedoria de minha mãe ao dizer que ela não é velha, é antiga. O antigo tem valor cultural, de conhecimento, experiência, beleza, sabedoria, história. Assim deveriam ser considerados os nossos velhos, por nós e pela sociedade.


Psicóloga e terapeuta familiar. Fonte: Revista Família Cristã


http://www.catequisar.com.br/



O nome é pomposo: Palmira Nery Onofre Khaos. Mas  pompa fica só no nome.

Palmirinha,ou vovó Palmirinha, paulista nascida em Bauru,82 anos ,


irradia simpatia e encanta os telespctadores - por onze anos na Tv  Gazeta e


atualmente no canal fechado Bem Simples - com suas receitas e segredos de forno e fogão.


    






Nós estamos sentadas, almoçando, quando minha filha casualmente menciona que ela e seu marido estão pensando em “começar uma família”.



— Nós estamos fazendo uma pesquisa — ela diz, meio de brincadeira. — Você acha que eu deveria ter um bebê?



— Vai mudar a sua vida — eu digo, cuidadosamente, mantendo meu tom neutro.



— Eu sei — ela diz. — Nada de dormir até tarde n

os finais de semana, nada de férias espontâneas…



Mas não foi nada disso que eu quis dizer. Eu olho para a minha filha tentando decidir o que dizer a ela. Eu quero que ela saiba o que ela nunca vai aprender no curso de casais grávidos. Eu quero lhe dizer que as feridas físicas de dar à luz irão se curar, mas que tornar-se mãe deixará uma ferida emocional tão exposta que ela estará para sempre vulnerável.



Eu penso em alertá-la que ela nunca mais vai ler um jornal sem se perguntar: “E se tivesse sido o MEU filho?”; que cada acidente de avião, cada incêndio irá lhe assombrar; que quando ela vir fotos de crianças morrendo de fome, ela se perguntará se algo poderia ser pior do que ver seu filho morrer.



Olho para suas unhas com a manicure impecável, seu terno estiloso e penso que não importa o quão sofisticada ela seja, tornar-se mãe irá reduzí-la ao nível primitivo da ursa que protege seu filhote; que um grito urgente de “Mãe!” fará com que ela derrube um suflê na sua melhor louça sem hesitar nem por um instante.



Eu sinto que deveria avisá-la que não importa quantos anos investiu em sua carreira, ela será arrancada dos trilhos profissionais pela maternidade. Ela pode conseguir uma escolinha, mas um belo dia entrará numa importante reunião de negócios e pensará no cheiro do seu bebê. Ela vai ter que usar cada milímetro de sua disciplina para evitar sair correndo para casa, apenas para ter certeza de que o seu bebê está bem.



Eu quero que a minha filha saiba que decisões do dia a dia não mais serão rotina; que a decisão de um menino de 5 anos de ir ao banheiro masculino, ao invés do feminino, no McDonald`s, se tornará um enorme dilema; que ali mesmo, em meio às bandejas barulhentas e crianças gritando, questões de independência e gênero serão pensadas contra a possibilidade de que um molestador de crianças possa estar observando no banheiro.



Não importa o quão assertiva ela seja no escritório, se questionará constantemente como mãe.



Olhando para minha atraente filha, eu quero assegurá-la de que o peso da gravidez ela perderá eventualmente, mas que jamais se sentirá a mesma sobre si mesma; que a vida dela, hoje tão importante, será de menor valor quando ela tiver um filho; que ela a daria num segundo para salvar sua cria — mas que também começará a desejar mais anos de vida, não para realizar seus próprios sonhos, mas para ver seus filhos realizarem os deles.



Eu quero que ela saiba que a cicatriz de uma cesárea ou estrias, se tornarão medalhas de honra.



O relacionamento de minha filha com seu marido irá mudar, mas não da forma como ela pensa. Eu queria que ela entendesse o quanto mais se pode amar um homem que tem cuidado ao passar pomadinhas num bebê ou que nunca hesita em brincar com seu filho. Eu acho que ela deveria saber que ela se apaixonará por ele novamente por razões que hoje ela acharia nada românticas.



Eu gostaria que minha filha pudesse perceber a conexão que ela sentirá com as mulheres que, através da história, tentaram acabar com as guerras, o preconceito e com os motoristas bêbados.



Eu espero que ela possa entender por que eu posso pensar racionalmente sobre a maioria das coisas, mas que me torno temporariamente insana quando discuto a ameaça da guerra nuclear para o futuro dos meus filhos.



Eu quero descrever para minha filha a enorme emoção de ver seu filho aprender a andar de bicicleta.



Quero mostrar a ela a gargalhada gostosa de um bebê que está tocando o pelo macio de um cachorro ou gato pela primeira vez. Quero que ela prove a alegria que, de tão real, chega a doer.



O olhar de estranheza da minha filha me faz perceber que tenho lágrimas nos olhos.



— Você jamais se arrependerá — digo finalmente. Então estico minha mão sobre a mesa, aperto-lhe a mão e faço uma prece silenciosa por ela e por mim e por todas as mulheres meramente mortais que encontraram em seu caminho esse que é o mais maravilhoso dos chamados; esse presente abençoado de Deus, que é ser mãe.



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Por que a doença é tão difícil de ser identificada em pessoas da terceira idade?


Epilepsia em idosos

A epilepsia, uma alteração temporária e reversível do funcionamento do cérebro, que não tenha sido causada por febre, drogas ou distúrbios metabólicos, é uma doença difícil de ser identificada, especialmente em idosos. Nessa faixa etária, as doenças cardiovasculares e outras mais comuns com o envelhecimento inibem o diagnóstico mais preciso.


O eletroencefalograma, exame para confirmar a epilepsia nem sempre ajuda.




 



 




No entanto, o histórico clínico do paciente torna-se muito importante, já que alguns exames não excluem a possibilidade de a pessoa ser epiléptica.


Um estudo das características clínicas e eletrencefalográficas da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), de 2011, mostrou os aspectos clínicos da ocorrência de crises epiléticas em idosos, frequência, controle e tipo de crise, aderência ao tratamento medicamentoso e caracterização da síndrome epiléptica.


A mostra incluiu 19 pacientes, homens e mulheres, com 60 anos em média, e que iniciaram o tratamento após os 50 anos de idade. O grupo foi submetido a exames neurológicos que incluíam dados cognitivos.


Os pesquisadores identificaram que as crises epiléticas foram em grande número focais (47,3%), ou seja, manifesta-se apenas em parte do cérebro. Nesse teste, as crises tiveram elevada frequência de ocorrência de estado de mal epiléptico.


Estima-se que de 1 a 2% da população idosa tem epilepsia. Com o envelhecimento da população e a estimativa de vida cada vez maior, até 2030, há tendência de haver mais epiléticos idosos, adiantam especialistas.


A causa, muitas vezes, é desconhecida, mas pode ter origem em ferimentos sofridos na cabeça, recentemente ou não. Traumas na hora do parto, abusos de álcool e drogas, tumores e outras doenças neurológicas também facilitam o aparecimento da epilepsia.


A Liga Brasileira de Epilespia informa que, em geral, se a pessoa passa anos sem ter crises e sem medicação, pode ser considerada curada. O principal, entretanto, é procurar auxílio o quanto antes, a fim de receber o tratamento adequado


Por Natália Farah

FONTE DO SITE : http://maisequilibrio.com.br


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 Fonte - Folha de São Paulo- Equilíbrio e Saúde


Estudo propõe técnica para detectar câncer de ovário em estágio precoce



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JULIANA VINES

DE SÃO PAULO



Uma nova estratégia de rastreamento do câncer de ovário pode ajudar no diagnóstico precoce da doença, de acordo com um estudo publicado nesta segunda-feira na revista "Cancer".


 


Hoje, não há exame que rastreie esse tipo de tumor precocemente do mesmo modo que, por exemplo, o papanicolaou identifica câncer do colo do útero. Além disso, a doença costuma não ter sintomas no início, o que faz com que 75% dos casos sejam diagnosticados em estágios avançados, segundo o Instituto Nacional de Câncer.


A proposta do novo estudo, feito pelo MD Anderson Cancer Center (EUA), é usar dados de exames de sangue simples, aplicados a um algoritmo, para classificar mulheres em faixas de risco baixo, intermediário ou alto. Dependendo dessa classificação, as pacientes, mesmo sem sintomas, seriam encaminhadas à ultrassonografia transvaginal e, se necessário, à cirurgia.


A pesquisa foi feita com 4.051 mulheres que já tinham feito a menopausa, quando o câncer é mais comum. Em 11 anos de acompanhamento, foram descobertos quatro casos da doença, um no estágio mais inicial.


"Já é um avanço em relação ao que temos hoje", diz o oncologista Rafael Kaliks, do Hospital Israelita Albert Einstein. "É um câncer raro, com sintomas que podem ser relacionados a outras doenças. Esse método é barato e pode evitar a realização de ultrassonografias desnecessárias."


MARCADOR


A estratégia do estudo é baseada em um cálculo que considera a variação do nível da proteína CA125 no sangue. A substância, que aumenta na presença de tumores malignos, é um marcador já usado no diagnóstico de câncer, mas de forma isolada, o que tem se mostrado pouco efetivo.


"O nível de CA125 pode subir por outras doenças que não câncer, como endometriose, e pode continuar normal em tumores em estágio inicial", diz Glauco Baiocchi Neto, cirurgião oncologista do A.C.Camargo Cancer Center. Ao considerar a variação da proteína a partir de duas medições, o rastreamento ficou mais preciso. "Estudos já relataram que a variação da substância, mesmo dentro da normalidade, pode indicar risco aumentado do câncer."


Para Kaliks, a pesquisa não traz novidade: é uma validação de um modelo já proposto em outros trabalhos e não justifica uma mudança na forma de rastrear a doença.


"De qualquer forma é interessante. Acho que já vale a pena o ginecologista pensar em comparar o CA125 ano a ano, colocando nesse modelo que o estudo usou", diz.


Na opinião do oncologista Jesus Paula Carvalho, do Icesp (Instituto do Câncer do Estado de São Paulo Octavio Frias de Oliveira), a estratégia só faz sentido se tiver impacto na redução da mortalidade. "Ainda precisa ser provado em um estudo grande que isso teria um impacto na sobrevida a longo prazo", diz. "Ao que parece, os casos foram diagnosticados mais precocemente, mas não tanto quanto gostaríamos."


O estudo definitivo sobre o modelo, segundo os próprios autores do trabalho, será publicado em 2015 e está sendo feito com mais de 200 mil mulheres no Reino Unido.













  Editoria de Arte/Folhapress  



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Seu filho anda irritado, hostil e brigando com os colegas? Pode ser que esteja sentindo falta de carinho. Veja como vencer o problema



Fonte do site http://mdemulher.abril.com.br




 




 

 


Nunca tente combater a agressividade do seu filho com ameaças ou castigos físicos

Foto: Getty Images



Seu filho morde o amiguinho na escola, bate no irmão, agride os pais, tem acessos de fúria quando contrariado. A violência é uma das armas que a criança usa instintivamente para demonstrar que está carente. "Na maioria dos casos, essa agressividade é uma espécie de pedido de socorro, a criança está querendo mais atenção, e isso pode ser mudado com o amor dos pais", orienta a psicóloga Maria Abigail de Souza.


O primeiro passo é admitir que violência gera violência. Por isso, nunca tente combater a agressividade do seu filho com ameaças ou castigos físicos. É preciso dar limite com amor, carinho e diálogo. Calma, existe luz no fim do túnel. Basta ter paciência para percorrer esse caminho. Confira algumas dicas da especialista:


Como agir quando a criança está agressiva


· Na crise de raiva, contenha a criança. Se for preciso segurá-la, faça-o, mas sem violência. Imponha limites, com firmeza e ternura. Não seja permissiva, achando que o filho pode tudo


· Converse. Isso ajuda a fazer a criança falar sobre o motivo da raiva. Dê o exemplo. Nunca resolva com palmadas


· Mostre à criança que você entende o sentimento dela e dê carinho. Reprima qualquer manifestação de violência. Explique a seu filho por que ele não pode agir assim


· Se o comportamento agressivo permanecer, coloque-a de castigo


Atitudes que fazem seu filho trocar a violência pela paz


 


1. Brincar ao ar livre


Busque sempre correr, praticar esportes com seu filho. "Gastar energia ajuda a criança

a extravasar esses sentimentos. Só ficar na internet atrapalha esse processo", garante a especialista.



2. Jogar em família


Atividades lúdicas fazem com que a criança sinta sua companhia e perceba que não precisa "aprontar" para conseguir isso.



3. Desenhar


Estimule-o a isso e, se ele for mais velho, sugira que tenha um diário. Colocar as emoções no papel ajuda a organizar melhor os pensamentos.



4. Ensinar a esperar


Se ele é pequeno, faça-o perceber que você não está à disposição dele o tempo todo. Quando for maior, faça-o respeitar filas, por exemplo.



5. Dizer "não"


Não tenha medo dessa palavra. Quando o filho percebe que os pais perderam o controle, ele fica ainda mais agressivo. "Ele está pedindo limites", explica a psicóloga.


Como lidar com o problema em cada faixa etária


Até os 3 anos

A agressividade é uma forma de o bebê manifestar os desejos e a excitação. Se o filho deu um tapinha, segure sua mão e diga, com firmeza: "não pode!". "Eles já entendem", esclarece a psicóloga.



De 4 a 7 anos

A criança começa a entender a lei de ação e reação. Coloque de castigo ou tire algo que lhe dá prazer por um tempo determinado (como um programa de TV ou o computador). É fundamental que seja um castigo por um tempo e que ele seja cumprido.



De 8 a 12 anos

Se o comportamento persistir, o caso começa a ficar preocupante e é preciso combater o problema. O castigo é a melhor saída. "E os pais não podem dizer `não` para algo hoje e `sim` para essa mesma coisa amanhã", conta a profissional.



Na adolescência

Se não controlaram o filho antes, nessa fase os pais correm perigo até de apanhar dele. Ainda assim, é preciso manter a autoridade com conversa e dando o exemplo. Se for

o caso, peça ajuda a um profissional.





Reportagem: Roberta Cerasoli


Conteúdo ANAMARIA



Se você é papai ou mamãe de primeira e está com dúvidas em relação aos cuidados com o umbigo do recém-nascido, confira abaixo algumas dicas que com certeza tornarão esse procedimento muito mais simples.


 


Lembrando que cada um dos passos deve ser seguidos como muita atenção,uma vez que a segurança e saúde do bebê estão em suas mãos.


 


1 – Qual o procedimento adequado para cuidar do umbigo logo após o nascimento do bebê?


Logo após o parto, o cordão umbilical é pinçado e cortado pelo obstetra, ainda na sala de parto. Uma parte de aproximadamente 3 centímetros permanece na criança e é chamada de coto umbilical. Ainda na sala de parto, o neonatologista e a enfermeira avaliam o bebê, dão conta dos cuidados iniciais e colocam um clamp (uma espécie de grampo) no coto umbilical.


2 – Como é o aspecto do coto umbilical?


 


Nas primeiras horas de vida do bebê, o coto umbilical tem aspecto gelatinoso, amolecido e de cor branca–azulada. Depois, com o processo de ressecamento, o coto torna-se gradativamente escuro e seco.


3 – Quantos dias após o nascimento o umbigo costuma cair? Pode haver alguma variação no prazo?


 


Em geral, o processo leva de 7 a 15 dias de vida. Em alguns casos, esse prazo pode aumentar ou diminuir, sem que isso represente um problema. E também é normal que ocorra um pequeno sangramento, seguido da queda do coto umbilical.


4 – Como limpar o umbigo em casa?


 


Os cuidados com o coto realizados no hospital devem continuar em casa, até a queda do coto. Deixe  a caixa de cotonete e o frasco de álcool a 70% próximos ao pacote de fraldas. Isso ajuda a lembrar de realizar  procedimento a cada troca.


5 – Quais os cuidados para evitar traumas? (Existe alguma especificação para o tipo de roupinha, tecido, alguma precaução na hora de colocar o pequeno no berço ou no carrinho?).


 


A orientação é proteger o coto umbilical por dentro da fralda e não apertar para fechá-la. Pode ser usado qualquer tipo de roupinha, de acordo com a estação climática. Seque a umidade da pele do bebê ao redor do umbigo. O pequeno pode ser colocado no berço ou no carrinho, em qualquer posição, sem prejuízo para o coto umbilical–normalmente, não acontecem traumas se houver uma boa cicatrização.


6 – É necessário fazer curativo? Como?


 


O cuidado mais importante é manter  a região limpa e seca. No banho, ela deve ser lavada com água e sabonete líquido neutro. Em seguida, seque delicadamente. É recomendado aplicar um antisséptico local como, por exemplo, álcool a 70%, para evitar infecção. E não se preocupe: essa limpeza não é dolorosa, mas alguns bebês não gostam. Devido ao contato com o líquido frio. Nesse caso, eles podem chorar.


 


Como cuidar do umbigo do recém-nascido


Como cuidar do umbigo do recém-nascido – dicas


 


7 – De que maneira deve ser feita a higienização e com que periodicidade?


 


É recomendado fazer a limpeza do coto a cada troca de fralda e após o banho. É importante estar com as mãos limpas. A dica é lavar as mãos ou passar álcool em gel. E para fazer a limpeza na região do umbigo, umedeça o cotonete com o álcool a 70% e aplique na base do coto umbilical (entre o coto e a pele), circundado toda a área. Após limpar a base, passe também o cotonete com álcool a 70% no restante do coto umbilical.


8 – O que deve ser evitado?


 


Deve ser evitada a aplicação de qualquer produto não prescrito pelo médico. A crença de que o uso de faixas ou moedas evita que o umbigo fique saltado não tem respaldo científico e o uso destes recursos pode ser prejudicial à saúde do bebê, representando risco de infecção, lesões e irritações na pele. Sem contar que incomodam o bebê, atrapalhando o sono e a amamentação. Se o coto ficar exposto ao ar, irá secar e cair mais rapidamente. Por isso, não se deve cobrir a &aac



 


 


A segurança começa dentro de casa



 


Há cinco anos, o arquiteto,urbanista


e diretor do Clube de Engenharia e Arquitetura


de Londrina (CEAL), Carlos Galbe,


recebeu de um cliente de


meia idade uma solução inédita


para um projeto de sobrado :


incluir um dormitório (suite completa)


na planta inferior da casa . O cliente


estava pensando em problemas


temporários - como recuperação de uma


cirurgia - e também na velhice ; ele


queria evitar escadas no dia a dia


para que o movimento que subir


e descer escada ficassem mais difícil.


"Esse raciocínio me fez propor a


outros clientes  o mesmo estilo de


projeto. A verdade  é que muitas


vezes ,acreditamos que não há


na família ninguém com necessidades


especiais .


Mas esquecemos as necessidades temporárias.


Há algum tempo uma prima passou por


uma gravidez complicada e não podia


se submeter à rotina de escadas ;


foi obrigada a se instalar na sala da casa"


, conta Galbe.Segundo ele , o local o


local habitado


por um portador de nessecidade especiais


e por idosos deve ser livre de obstáculos


, e sem objetos espalhados pela


área que eles circulam .


E muitas vezes, a solução é readequar


um espaço no pavimento inferior da residencia para a pessoa nessecitada.


"Normalmente , em apartamentos , os corredores são estreitos, devendo-se evitar qualquer  móvel ou elemento decorativo que exija desvios durante a passagem . O espaço para circulação deve ser de, no mínimo , 90 centímetros ;o ideal mesmo são 120 centímetros de largura. E em pontos da casa deve haver um espaço de manobra de, no mínimo, 150 centímetros de diâmetro para que um cadeirante possa fazer giros de 360 graus", afirma.


Em apartamentos ou casas já existentes , Galbe recomenda melhorar a circulação com a reorganização do mobiliário ou até mesmo com a eliminação de alguns móveis.


As maiores barreiras para ouvir bem

 


As maiores barreira para ouvir bem



Nas ruas é comum encontrarmos pessoas usando óculos, mas tudo muda quando se trata de deficiência auditiva . Apenas 40% das pessoas com perda de audição reconnhecem que ouvem mal. A falta de informação e o preconceito fazem com que a maioria demore anos para tomar uma providência.


Ao sentir alguma dificuldade para ouvir, a pessoa deve consultar um especialista que irá avaliar a causa, o tipo e o grau da perda auditiva. A partir do resultado de testes como o de audiometria , será indicado o tratamento mais adequado . Muitas vezes, o uso de aparelho auditivo resolve o problema .


Pessoas com perda auditiva têm dificuldade de relacionamento na família, no trabalho e entre amigos. O que ocorre é um constrangimento, de ambas as partes,devido à dificuldade na comunicação,o que acaba por afastar os deficientes auditivos do convívio em sociendade. E pode acarretar depressão. Falar sobre dificiência auditiva nunca é fácil mas trazer a tona o problema é a melhor coisa a fazer.


Familiares e amigos podem apoiar.


Segundo a Sociedade  Brasileira de Otologia, 25 milhões de brasileiros têm dificuldade de ouvir.


Além de uma exposição contínua a ruídos - seja no trabalho, nas ruas ou em casa-,outros fatores podem levar a perda de audição: doenças congênitas ou adquiridas ,traumas, uso de medicamentos ototóxicos  e a idade avançada . No caso dos idosos, o déficit auditivo pode ocorrer devido a mudanças degenerativas naturaisdo envelhecimento, chamadas de prebiacusias .


À medida que você envelhece, as células ciliadas da orelha interna começam a se degenerar . Algumas pessoas perdem a audição mais cedo do que as outras. Muitos já começam a sentir o problema quando estão na "faixa" dos 40 anos e mais da metade de todas as pessoas com idade acima de 80 anos sofrem de perda auditiva.


A maioria das pessoas com prebiacusia começa a perder a audição quando há um declínio  na sua capacidade de ouvir sons de alta frequência (uma conversação contém sons de alta frequência) .Portanto, o primeiro sinal de prebiacusia pode ser a dificuldade em ouvir  o que as pessoas dizem a você. Infelizmente ,muitas vezes , quando o indivíduo procura tratamento, o caso já é mais grave . A perda se dá de maneira lenta progressiva e, com o decorrer dos anos a deficiência atinge um estado mais avançado.


Cabe aos fonaudiólogos indicar o tipo e o modelo do aparelho que atende às necessidade dodeificiente auditivo.Não há demérito algum em usar uma prótese auditiva .Atualmente,existem aparelhos modernos, pequenos e alguns invisíveis no ouvido, como, a tecnologia digital, que não ofendem a vaidade de quem usa. O aparelho auditivocontribui para melhorar a autoestima, proporcionando bem-estar ,liberdade, alegria qualidade de vida !


 REVISTA Home Angels /Junho-agosto/ 2013


Bom amigos chegamos ao fim de mais uma matéria que é uma artigo da Fonoaudiológa Marcella Vidal  da Telex Soluções Auditivas. É graduada pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro); e pós graduada em Audiologia Clínica.



Foto : Marcella Vidal- Fonoaudióloga


Abraços até a próxima postagem !!


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      Um mundo melhor para a terceira idade.


 


Em 2050 , os idosos representarão 29% da população do Brasil e 20% da população mundial.


Estamos preparados para isso?


      

 


 


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Envelhecer,para o Homem, é bem diferente de envelhecer para a Mulher. No aspecto biológico, a mulher passa pela menopausa,com inúmeras alterações hormonais e tra



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Porque os dedos estalam?!


Por que os dedos estalam?O estalo dos dedos acontece porque há uma interação entre o fluido sinovial, o qual tem a função de lubrificar as articulações e os ossos. O ruído do estalo acontece quando os ossos das articulações se separam, alongando o tecido conectivo, causando uma descompressão do fluido, movimentação das articulações e dos ossos e a formação de gases que se depositam na cápsula da articulação, que no próximo estalo faz um barulho intenso entre os ossos e trazendo a tão desejada sensação de alívio.


http://1.bp.blogspot.com/-ycViaAdjvOs/UXHObP-YANI/AAAAAAAAND4/V-sI2MppfkA/s1600/estalar+os+dedos+faz+mal+ou+n%C3%A3o!.png

 


 





Além dos dedos, muitas pessoas têm o hábito de estalar outras articulações do corpo como costas, cotovelos, joelhos e ombros. E, assim como nos dedos, essas regiões também estão suscetíveis a sofrer com os problemas já citados acima, por isso, se quiser obter o relaxamento através do estalo da articulação, procure um profissional especializado para que não haja danos maiores. Se você tem a mania de estalar os dedos e outras articulações e sente dores, procure um especialista para obter um diagnóstico mais preciso sobre o problema.





 

 

 

 

Estalar os dedos engrossa?

 

 

 

 

 

Pelo que parece, pelos dados científicos já obtidos, dificilmente isso é possível de estar ocorrendo. Nós tendemos a sentir um alívio depois de estalar nossos dedos ou ir para um quiroprata. Isto acontece porque os órgãos tendinosos de Golgi, um conjunto de terminações nervosas, são estimulados quando os dedos são estalado Isto relaxa os músculos ao redor da articulação.

Estalar o pescoço faz mal?



No entanto, alguns quiropratas têm alertado contra estalar seu pescoço. Estalos constantes no pescoço significam que você é hiper-móvel em suas articulações ou há muito espaço e suas articulações poderiam sair do alinhamento. Os músculos ao redor das articulações do pescoço podem apertar demais para segurá-las no lugar, podendo causar tensão no pescoço.



Assim, enquanto estalar suas articulações não vai te causar uma artrite, as chances são de que você pode estar contribuindo pelo menos para um torcicolo leve todos os dias.





Consequências

Os estalos nos dedos fazem mal sim, entretanto, não causam lesões mais sérias em indivíduos normais que não sofrem com nenhuma anomalia nos ossos ou articulações. Mas, com o passar do tempo e o hábito frequente, os estalos influenciam em uma produção maior de líquido interno entre as articulações, o que pode causar problemas como perda de flexibilidade, lesão na cápsula da articulação, dor e perda da força nos dedos.

 

 

 

                                                                                 Fonte http://manualglobal.blogspot.com.br



Voce é um Gerontolescênte?


Leia a matéria  e  acompanhe-nos aqui no site  e  tambem estamos   no  Facebook  .SEJAM BEM VINDOS !


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A espectativa de vida dos brasileiros cresce e, com ela, a porcentagem de idosos sobre a população.


 


        Mas como preparar-se para uma vida longa e feliz?       


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O QUE É DISLEXIA ? !


                                                        https://encrypted-tbn3.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcRX_wyCkfd7G-o8IZY5cAG7vNLOtE3ALwKWKyFdJT1HaslozWyIBw


Entender como aprendemos e o porquê de muitas pessoas inteligentes e, até, geniais experimentarem dificuldades paralelas em seu caminho diferencial do aprendizado, é desafio que a Ciência vem deslindando paulatinamente, em130 anos de pesquisas. E com o avanço tecnológico de nossos dias, com destaque ao apoio da técnica de ressonância magnética funcional, as conquistas dos últimos dez anos têm trazido respostas significativas sobre o que é Dislexia.


A complexidade do entendimento do que é Dislexia, está diretamente vinculada ao entendimento do ser humano: de quem somos; do que é Memória e Pensamento- Pensamento e Linguagem; de como aprendemos e do por quê podemos encontrar facilidades até geniais, mescladas de dificuldades até básicas em nosso processo individual de aprendizado. O maior problema para assimilarmos esta realidade está no conceito arcaico de que: "quem é bom, é bom em tudo"; isto é, a pessoa, porque inteligente, tem que saber tudo e ser habilidosa em tudo o que faz. Posição equivocada que Howard Gardner aprofundou com excepcional mestria, em suas pesquisas e estudos registrados, especialmente, em sua obra Inteligências Múltiplas. Insight que ele transformou em pesquisa cientificamente comprovada, que o alçou à posição de um dos maiores educadores de todos os tempos.


A evolução progressiva de entendimento do que é Disléxia, resultante do trabalho cooperativo de mentes brilhantes que têm-se doado em persistentes estudos, tem marcadores claros do progresso que vem sendo conquistado. Durante esse longo período de pesquisas que transcende gerações, o desencontro de opiniões sobre o que é Dislexia redundou em mais de cem nomes para designar essas específicas dificuldades de aprendizado, e em cerca de 40 definições, sem que nenhuma delas tenha sido universalmente aceita. Recentemente, porém, no entrelaçamento de descobertas realizadas por diferentes áreas relacionadas aos campos da Educação e da Saúde, foram surgindo respostas importantes e conclusivas, como:


que Dislexia tem base neurológica, e que existe uma incidência expressiva de fator genético em suas causas, transmitido por um gene de uma pequena ramificação do cromossomo # 6 que, por ser dominante, torna Dislexia altamente hereditária, o que justifica que se repita nas mesmas famílias;


que o disléxico tem mais desenvolvida área específica de seu hemisfério cerebral lateral-direito do que leitores normais. Condição que, segundo estudiosos, justificaria seus "dons" como expressão significativa desse potencial, que está relacionado à sensibilidade, artes, atletismo, mecânica, visualização em 3 dimenões, criatividade na solução de problemas e habilidades intuitivas;


que, embora existindo disléxicos ganhadores de medalha olímpica em esportes, a maioria deles apresenta imaturidade psicomotora ou conflito em sua dominância e colaboração hemisférica cerebral direita-esquerda. Dentre estes, há um grande exemplo brasileiro que, embora somente com sua autorização pessoal poderíamos declinar o seu nome, ele que é uma de nossas mentes mais brilhantes e criativas no campo da mídia, declarou: "Não sei por que, mas quem me conhece também sabe que não tenho domínio motor que me dê a capacidade de, por exemplo, apertar um simples parafuso";


que, com a conquista científica de uma avaliação mais clara da dinâmica de comando cerebral em Dislexia, pesquisadores da equipe da Dra. Sally Shaywitz, da Yale University, anunciaram, recentemente, uma significativa descoberta neurofisiológica, que justifica ser a falta de consciência fonológica do disléxico, a determinante mais forte da probabilidade de sua falência no aprendizado da leitura;


que o Dr. Breitmeyer descobriu que há dois mecanismos inter-relacionados no ato de ler: o mecanismo de fixação visual e o mecanismo de transição ocular que, mais tarde, foram estudados pelo Dr. William Lovegrove e seus colaboradores, e demonstraram que crianças disléxicas e não-disléxicas não apresentaram diferença na fixação visual ao ler; mas que os disléxicos, porém, encontraram dificuldades significativas em seu mecanismo de transição no correr dos olhos, em seu ato de mudança de foco de uma sílaba à seguinte, fazendo com que a palavra passasse a ser percebida, visualmente, como se estivesse borrada, com traçado carregado e sobreposto. Sensação que dificultava a discriminação visual das letras que formavam a palavra escrita. Como bem figura uma educadora e especialista alemã, "... É como se as palavras dançassem e pulassem diante dos olhos do disléxico".


 


A dificuldade de conhecimento e de definição do que é Dislexia, faz com que se tenha criado um mundo tão diversificado de informações, que confunde e desinforma. Além do que a mídia, no Brasil, as poucas vezes em que aborda esse grave problema, somente o faz de maneira parcial, quando não de forma inadequada e, mesmo, fora do contexto global das descobertas atuais da Ciência.


Dislexia é causa ainda ignorada de evasão escolar em nosso país, e uma das causas do chamado "analfabetismo funcional" que, por permanecer envolta no desconhecimento, na desinformação ou na informação imprecisa, não é considerada como desencadeante de insucessos no aprendizado.


Hoje, os mais abrangentes e sérios estudos a respeito desse assunto, registram 20% da população americana como disléxica, com a observação adicional: "existem muitos disléxicos n&at



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Nove comportamentos que vão virar doenças psiquiátricas.













     
 

   




Com lançamento previsto para o mês de junho, o novo manual de diagnóstico da Associação Americana de Psiquiatria deve aumentar o número de pessoas diagnosticadas com problemas psiquiátricos no mundo. Isso porque alguns distúrbios e comportamentos até então considerados `normais` serão incluídos na publicação, passando a ser diagnosticados como doenças.



O chamado DSM-5, sigla em inglês para o Manual de Diagnóstico e Estatísticas de Doenças Mentais, é considerado a bíblia desse ramo da medicina. Editado pela Associação Americana de Psiquiatria (APA) desde os anos 1950, ele serve como base para médicos se pronunciarem sobre sua prática, universidades definirem linhas de pesquisa, seguradoras estabelecerem males cobertos pelos planos de saúde e até como parâmetro para acusação ou defesa de criminosos em julgamentos. Esta sera a quinta edição do livro, que define quem é normal ou não. Saiba quais são alguns dos problemas que ganharam `status` de doenças:


Reprodução





Distúrbios sexuais



Como era: separados em distúrbios comportamentais (como fantasias) e disfunções como a falta de lubrificação e de orgasmos.



Como vai ficar: mulheres com desinteresse sexual em 100% dos encontros por seis meses podem ser consideradas doentes.



Esquecimento



Como era: não citado no manual.



Como vai ficar: o comprometimento cognitivo leve passa a ser considerado um quadro de pré-demência, passível de eventual tratamento.



Vícios



Como era: o manual anterior distinguia abuso e dependência de substâncias.



Como vai ficar: acaba a separação existente e novas compulsões ganham status de males - caso do jogo e da comida. Vício por internet deve ganhar atenção futura.



Acúmulo de objetos



Como era: considerado uma característica sintomática do transtorno obsessivo-compulsivo (TOC).



Como vai ficar: sob determinadas condições, passa a ser considerado doença.



Transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH)



Como era: podia ser diagnosticada a partir dos 7 anos.



Como vai ficar: a idade mínima foi aumentada para 12 anos. Mais sintomas serão exigidos para o diagnóstico em adultos.



Transtorno de personalidade



Como era: o DSM-IV trazia uma relação com dez transtornos - como os de personalidade antissocial, borderline, paranoide, histriônica e narcisista.



Como vai ficar: a classificação é mantida, mas se propõe uma revisão futura dos critérios.



Desregulagem perturbadora de humor



Como era: não citada no manual.



Como vai ficar: crianças com irritabilidade ou explosões de raiva frequentes por um ano podem ser diagnosticadas com esse mal - em vez de transtorno bipolar.



Transtorno de estress pós-traumático



Como era: exigia apenas três sintomas.



Como vai ficar: tem seu diagnóstico aperfeiçoado, com mais sintomas fazendo parte do pacote, incluindo sinais comportamentais. O diagnóstico para crianças será mais rigoroso. (Fonte: Women`s Health / MdeMulher)



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Qualidade de vida na velhice


por: Ricardo Saraiva Aguiar


 

Com o avançar da idade, os idosos se tornam mais vulneráveis
Com o avançar da idade, os idosos se tornam mais vulneráveis


 O prolongamento da vida é uma aspiração de qualquer sociedade. No entanto, esse processo só pode ser considerado como uma conquista real quando é agregada qualidade de vida nos anos adicionais de vida (VERAS, 2009).





A qualidade de vida desde o início da existência do ser humano tem sido uma constante preocupação e, hoje, constitui-se um compromisso pessoal na busca contínua de uma vida saudável, desenvolvida a partir de um bem-estar associado com as condições no modo de viver, como: saúde, educação, moradia, transporte, lazer, trabalho, liberdade, autoestima, entre outros (SANTOS et al., 2002).





O aumento da longevidade do ser humano acarreta uma situação de ambiguidade vivenciada por diversas pessoas, mesmo para aquelas ainda jovens: o desejo de viver cada vez mais e, ao mesmo tempo, o temor de viver em meio à dependência e incapacidades funcionais. Com o avanço da idade, as chances de ocorrência de doenças e prejuízos à funcionalidade física, social e psíquica são maiores (FREITAS et al., 2002).





Os aspectos referentes ao aumento da longevidade dos brasileiros devem ser acompanhados pela melhoria e manutenção da saúde e da qualidade de vida. O grande desafio de hoje é conseguir que os anos vividos a mais, não importando se muitos ou poucos sejam anos cheios de significados e que leve a uma vida respeitosa e digna, que valha a pena ser vivida.





Outro desafio que deve ser enfrentado é implementar a política do envelhecimento ativo, que é definido por Costa e Ciosak (2010, p. 438) como “processo de otimização das oportunidades de saúde, participação e segurança, com o objetivo de melhorar a qualidade de vida à medida que as pessoas ficam mais velhas”.





De acordo com Paschoal apud Freitas et al. (2002, p. 79) mais anos vividos podem ser anos de sofrimento para os indivíduos e suas famílias; anos marcados por doenças, com sequelas, declínio funcional, aumento da dependência, perda da autonomia, isolamento social e depressão. No entanto, se os indivíduos envelhecerem com autonomia e independência, com boa saúde física, desempenhando papeis sociais, permanecendo ativos e desfrutando de senso se significado pessoal, a qualidade de sua vida pode ser muito boa.





A definição de qualidade de vida é bastante subjetiva, pois, depende de diversos fatores, entre eles: o nível sociocultural, a faixa etária e as aspirações pessoais do indivíduo. Dessa forma, o termo qualidade de vida está bastante relacionado com a autoestima e o bem-estar pessoal do indivíduo, abrangendo diversos aspectos que vão desde a capacidade funcional, o estado emocional, o nível socioeconômico, a atividade intelectual, a interação social, o suporte familiar, o autocuidado, o próprio estado de saúde até os valores culturais, éticos e religiosos. Compreende também a satisfação com o emprego, o estilo de vida, as atividades diárias e o ambiente em que se vive (PAULA, ROQUE e ARAÚJO, 2008).





Com base nisso, a qualidade de vida boa ou excelente é aquela capaz de oferecer condições mínimas para que o indivíduo possa desenvolver suas potencialidades ao máximo possível, ou seja, vivendo, amando ou sendo amado, trabalhando, produzindo bens e serviços e etc.





Para Paskulin et al. (2010, p. 102) no campo da saúde, o conceito de qualidade de vida “emergiu a partir de um movimento de humanização na área e de valorização de outros parâmetros de avaliação, além dos sintomas ou dados epidemiológicos, como a incidência e prevalência das doenças”.


 


Diversos organismos internacionais, inclusive a Organização Mundial da Saúde (OMS), a partir dos anos 90 passaram a identificar na qualidade de vida um importante fator na avaliação de saúde de uma população, seja ela como fator social ou individual. Ela é influenciada principalmente pelo sexo, escolaridade, idade, condição econômica e presença de incapacidade.





Quando se investiga a qualidade de vida relacionada à saúde em toda sua multidimensionalidade, é possível identificar diversos aspectos que devem ser considerados no que se refere às peculiaridades e potencialidades de saúde e vida do idoso.



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Campinas


Dia da Síndrome de Down reúne centenas em Caminhada pela Inclusão


 


divulgação



A caminhada teve início por volta das 9h30 no portão 1 do parque e perfez itinerário de aproximadamente um quilômetro

 

da redação | 18-03-2013 10:41:20


A Segunda Caminhada pela Inclusão reuniu centenas de pessoas na manhã deste domingo, 17 de março, no Parque Portugal, onde fica a Lagoa do Taquaral. O evento, que integra a programação de Campinas para marcar o Dia Internacional da Síndrome de Down, ganhou colorido especial com as cores laranja e verde que estamparam balões de gás e camisetas dos participantes. A data visa chamar a atenção da sociedade para a importância da inclusão total.


O prefeito Jonas Donizette e sua esposa Sandra Ciocci participaram da caminhada, juntamente com o vice-prefeito, Henrique Magalhães Teixeira, e os secretários municipais de Direito das Pessoas com Deficiência e Mobilidade Reduzida, Emmanuelle Garrido Alkmin, e de Esportes, Professor Campos.


O prefeito Jonas parabenizou a iniciativa e ressaltou que a união de esforços é fundamental para a conquista de direitos, sobretudo para garantir a liberdade, inclusão e a igualdade entre as pessoas.


Organização


A caminhada teve início por volta das 9h30 no portão 1 do parque e perfez itinerário de aproximadamente um quilômetro. Contou com a participação de pais, amigos e portadores da Síndrome de Down. Alunos com a Síndrome inseridos no Projeto Campinas Especial, da Secretaria Municipal de Esportes e Lazer, também estiveram presentes.


A caminhada foi organizada pelo Centro de Educação Especial Síndrome de Down (CEESD), com apoio da Secretaria Municipal de Esportes e Lazer e de voluntários.


O Dia Internacional da Síndrome de Down, comemorado em 21 de março, foi incorporado ao calendário oficial da Organização das Nações Unidas (ONU) em 2012 e é comemorado em 193 países.


O objetivo do dia é valorizar as pessoas com síndrome de Down e conscientizar a população sobre a importância da promoção dos direitos inerentes às pessoas que nasceram com a síndrome de desfrutar uma vida plena e digna, como membros participativos em suas comunidades e na sociedade.


informações do site-http://www.portalnovidade.com.br/materia/2701/dia-da-sindrome-de-down-reune-centenas-em-caminhada-pela-inclusao.html



Muitas crianças apresentam alterações comportamentais.Conheça os sintomas do déficit de atenção.


O transtorno do déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) é um problema que ainda manifesta muitas dúvidas. O TDAH pode atingir indivíduos em qualquer faixa etária, em especial, as crianças. Assim, é muito importante que os pais fiquem atentos às manifestações comportamentais dos pequenos, de forma a colaborar com o diagnóstico. Tendo isso em vista, separamos algumas informações sobre os sintomas do déficit de atenção.


sintomas de deficit de atenção


Um dado alarmante


Após diversas pesquisas, foi comprovado que o TDAH é um problema muito comum em nosso meio. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) e da Associação Brasileira de Déficit de Atenção (ABDA), cerca de 3 a 5% das crianças brasileiras sofrem de TDAH. Dessas, em torno de 60 a 85% permanecem com os sintomas do TDAH na adolescência.


O diagnóstico precoce é essencial


Segundo especialistas, é essencial que o diagnóstico de TDAH aconteça no início dos sintomas. Isso porque, quando esse problema não é diagnosticado de forma correta e adequada, pode trazer graves prejuízos à vida da criança em longo prazo. Entre as consequências, podemos citar:



  • Queda do rendimento escolar;

  • Falta de paciência para realizar atividades diárias;

  • Baixa autoestima;

  • Afetar relacionamentos interpessoais.


Assim, diante de uma criança com alteração comportamental é essencial buscar a orientação de um especialista, de forma a evitar futuras consequências.


Conheça alguns sintomas do déficit de atenção


Como foi anteriormente citado, o diagnóstico do TDAH deve ser precoce. Assim, é muito importante que os pais fiquem atentos às alterações comportamentais dos seus filhos. Entre eles:



  • Distração – as crianças com TDAH costumam perder o foco das atividades facilmente, em especial, quando há algum estímulo externo, como barulho ou movimentação;

  • Frequente perda de objetos – é comum as crianças com TDAH perderem objetos ou brinquedos que fazem parte das tarefas diárias;

  • Lição escolar – as crianças que são portadoras desse problema costumam ser impacientes, além de não conseguir manter a atenção por muito tempo em uma mesma atividade. Devido a isso, elas costumam ter dificuldades em terminar as tarefas escolares, pois não conseguem se manter concentradas por muito tempo;

  • Excesso de movimentação – esse sintoma é o traço típico da hiperatividade. As crianças buscam sempre que as mãos e os pés estejam em movimento, pois permanecerem parados é algo impossível.

  • Paciência e impulsividade – as crianças com TDAH são muito impulsivas e, por isso, não conseguem esperar para que chegue sua vez na brincadeira, por exemplo.

  • Desatenção – os portadores de TDAH não conseguem prestar atenção na conversa e muito menos, conseguem se lembrar de algum pedido. A sensação que os pais dizem é que essas crianças vivem no “mundo da lua”.


O transtorno do déficit de atenção é um problema que necessita de diagnóstico precoce para evitar futuras e graves consequências. Após conhecer alguns sintomas do déficit de atenção, é ideal buscar a orientação de um especialista



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O que é Síndrome do pânico?



A síndrome do pânico é um tipo de transtorno de ansiedade no qual ocorrem ataques repetidos de medo intenso de que algo ruim aconteça de forma inesperada.




Causas



A causa é desconhecida A genética pode ser um fator determinante. Pesquisas indicam que, se um gêmeo idêntico tem síndrome do pânico, o outro gêmeo também desenvolverá o problema em 40% das vezes. No entanto, a síndrome do pânico em geral ocorre sem que haja nenhum histórico familiar.


A síndrome do pânico é duas vezes mais comum em mulheres do que em homens. Os sintomas normalmente começam antes dos 25 anos, mas podem ocorrer depois dos 30. Embora a síndrome do pânico ocorra em crianças, ela normalmente não é diagnosticada até que as crianças sejam mais velhas.





Exames



Muitas pessoas com síndrome do pânico buscam tratamento primeiro no pronto-socorro, pois os ataques de pânico parecem ataques cardíacos.


O médico realizará um exame físico, incluindo uma avaliação psiquiátrica.


Serão realizados exames de sangue. Outras doenças devem ser descartadas antes de diagnosticar a síndrome do pânico. Devem ser considerados distúrbios relacionados a abuso de drogas, pois os sintomas podem ser iguais aos de ataques de pânico.


Sintomas de Síndrome do pânico






O ataque de pânico começa de repente e, na maioria das vezes, atinge seu ápice dentro de 10 a 20 minutos. Alguns sintomas podem continuar por uma hora ou mais. Um ataque de pânico pode ser confundido com um ataque cardíaco.


AdamPânico pode ser confundido com ataque cardíaco

Os ataques de pânico podem incluir ansiedade por estar em uma situação da qual seria difícil escapar (como estar no meio de uma multidão ou viajando em um carro ou ônibus).


Uma pessoa com síndrome do pânico muitas vezes vive com medo de ter outro ataque e também pode ter medo de estar sozinho ou longe da ajuda médica.


As pessoas com síndrome do pânico têm pelo menos quatro dos seguintes sintomas durante um ataque:



  • Dor no peito ou desconforto

  • Tontura ou desmaio

  • Medo de morrer

  • Medo de perder o controle ou de uma tragédia iminente

  • Sensação de engasgar

  • Sentimentos de indiferença

  • Sensação de estar fora da realidade

  • Náuseas ou mal-estar estomacal

  • Dormência ou formigamento nas mãos, nos pés ou no rosto

  • Palpitações, ritmo cardíaco acelerado ou taquicardia

  • Sensação de falta de ar ou sufocamento

  • Suor, calafrios ou ondas de calor

  • Tremores


Os ataques de pânico podem alterar o comportamento em casa, na escola ou no trabalho. As pessoas com a síndrome do pânico muitas vezes se preocupam com os efeitos de seus ataques de pânico.


As pessoas com essa síndrome podem ter sintomas de:



Os ataques de pânico não podem ser previstos. Pelo menos nos estágios iniciais do transtorno, não há nada específico que desencadeie o ataque. Lembrar de um ataque anterior pode desencadear ataques de pânico.



 

Síndrome do pânico: transtorno de ansiedade gera ataques de medo intenso



Buscando ajuda médica



Marque uma consulta com o médico se os ataques de pânico estiverem interferindo em seu trabalho, relações ou autoestima.








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Catarata: uma doença ocular que pode aparecer em qualquer idade


Problema no cristalino é muito comum entre os idosos






 


 





Catarata: uma doença ocular que pode aparecer em qualquer idade Arivaldo Chaves/Agencia RBS
Especialistas atentam para a importância da realização anual do exame de fundo de olho Foto: Arivaldo Chaves / Agencia RBS



A catarata é uma das doenças oculares mais comuns relacionadas ao envelhecimento, mas pode se formar em qualquer idade. É um problema de visão que vai avançando aos poucos, fazendo com que portador sofra alterações no cristalino durante meses ou anos, sem se dar conta da sua gravidade, até que a visão se reduza drasticamente.



De acordo com o oftalmologista Renato Neves, na fase inicial da doença o paciente tem mais facilidade para enxergar de perto. Mas essa sensação logo se transforma em maior sensibilidade à luz e, principalmente, aos reflexos e brilhos à noite, visão embaçada, sensação de que as cores estão desbotadas e mudanças na cor da pupila.



— Esse avanço progressivo impede a pessoa de realizar tarefas simples, como ler, dirigir, fazer a barba ou até mesmo cozinhar — explica.



Dados da Academia Americana de Oftalmologia apontam que mais de 20 milhões de americanos acima dos 40 anos sofrem de catarata. Pelo menos metade dos idosos brasileiros sofre da doença em que a lente do cristalino vai ficando opaca e esbranquiçada. Por isso, os especialistas atentam para a importância de pessoas dessa faixa etária realizarem o exame de fundo de olho anualmente.



A maioria das cataratas é causada por uma mudança na composição química do cristalino, que é a “lente” do olho. Numa porcentagem pequena dos casos, essas mudanças químicas são causadas por um defeito hereditário, por um trauma no olho, por diabetes, ou pelo uso de determinadas drogas, tais como o esteroides.



Segundo o oftalmologista Renato Neves, a melhor solução para os portadores de catarata é o implante de uma lente intraocular artificial no lugar cristalino, que é removido.



— As lentes intraoculares implantadas, têm a função de ajustar a visão conforme a necessidade do momento. Há casos em que o paciente fica melhor do que era antes da patologia — diz.



Sintomas da catarata:



:: Visão turva ou borrada;



:: Visão dupla;



:: Cores enfraquecidas e menos nítidas;



:: Halos ao redor das imagens;



:: Sensibilidade à luz forte.


 


Fonte- do Site ZERO HORAS




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Notícia



Dr. EULER RIBEIRO: Fala sobre a dor Crônica na terceira idade



Envelhecimento não é igual a adoecimento!Assim a dor em qualquer idade deve ser diagnosticada corretamente e não apenas atribuída simplesmente à idade avançada.


A Cefaléia, que é a dor de cabeça, pode ser devida a vários fatores de risco: infecções na face, sinusite, hipertensão e enxaqueca, que é a mais comumente responsável por este sintoma.


Problemas de coluna cervical também podem produzir dor de cabeça. Outra alteração que pode levar a cefaléia é carga de estresse, que libera catecolaminas que são vasoconstritores dos vasos cerebrais. Distúrbios digestivos como a intolerância ao glúten que existe no trigo promovem a doença celíaca no tubo digestivo e geram também dor de cabeça intensa.


Dores nas articulações, tanto dos membros como da coluna vertebral, são responsáveis por muitas dores nestes locais e pela dificuldade para caminhar, sentar, levantar, deitar, fazer movimentos de flexão e extensão dos membros, assim como movimentos em todos os sentidos da região do pescoço. Tudo pode ser devido a infecções crônicas destas articulações e a doenças auto-imunes como a artrite reumatóide, a febre reumática, as tendinites, como também a doenças degenerativas destas articulações, como é o caso da artrose. Os tumores benignos e malignos também promovem muita dor.


Dores musculares intensas e disseminadas em todos os grupos musculares como é o caso da Fibromialgia, doença esta muito provavelmente de origem psicoemocional com a liberação de calor em fibras musculares desordenadamente, com maior concentração em certas fibras e quase nenhum calor em outras fibras e que causa um descompasso que leva à liberação de certos metabolitos ácidos precipitando assim o depósito dentro das fibras de cristais ácidos que são geradores de sintomas dolorosos.


Dores abdominais podem ter origem em úlceras da mucosa do tubo digestivo, promovidas por parasitos, câncer do tubo digestivo, intolerância ao glutamato do trigo, cálculos na vesícula biliar, pancreatite, ulcera gástrica e má digestão. São tantos os fatores de risco que temos que pesquisar sempre a verdadeira origem do sintoma para que o tratamento possa ter êxito. As infecções e os cálculos do sistema genito-urinário também promovem muita dor.


Dores torácicas podem ser de origem nos arcos costais, nos corpos vertebrais, pleurais, pulmonares e, sobretudo cardíacos.


Logo qualquer dor tem que ter sua origem descoberta. Portanto, cuidem-se. Ninguém merece conviver com este que é o sintoma mais desconfortável dos seres vivos: A DOR!


Euler Ribeiro MD. PhD em Gerontologia



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 Para elucidar doenças mentais, pesquisadores estudam "história de vida" dos genes



 




Por décadas, pesquisadores exploraram a linhagem genética de pessoas com doença mental em busca de variações comuns que causam condições devastadoras para o desenvolvimento de doenças como esquizofrenia e transtorno bipolar. Essa busca, entretanto, não tem surtido tanto efeito. Embora os transtornos possam envolver problemas genéticos, nenhum padrão emergiu.

 

Diante desse quadro, os cientistas passaram a direcionar o foco em um campo mais promissor: a epigenética (estudo de como a experiência e o ambiente afetam o funcionamento dos genes).

 

Os genes são muito mais que máquinas de proteínas, bombeando seu produto como uma pipoqueira. Muitos carregam o que na verdade são anexos químicos: compostos que agem na molécula de DNA que regulam quando, onde e que quantidade de proteína é produzida, sem alterar a receita em si. Estudos sugerem que esses marcadores adicionais, ou epigenéticos, se desenvolvem à medida que um animal se adapta a seu ambiente, seja no útero da mãe ou no mundo --e os marcadores podem afetar profundamente o comportamento.

 

Em estudos realizados com roedores, pesquisadores mostraram que a maternidade carinhosa altera a expressão dos genes, permitindo que os animais amorteçam sua resposta fisiológica ao estresse. Esse aspecto biológico é então transmitido para a geração seguinte: roedores e primatas não humanos biologicamente e mais hábeis em lidar com o estresse tendem a proteger mais sua própria cria --acredita-se que o sistema funcione de forma parecida com os humanos.

 

Da mesma forma, os marcadores epigenéticos podem atrapalhar o desenvolvimento normal: a cria de pais que passaram fome possui risco maior de desenvolver esquizofrenia, de acordo com algumas pesquisas --talvez devido à assinatura química nos genes que os pais transmitem.

 

Outro estudo recente encontrou evidências de que, em algumas pessoas com autismo, os marcadores epigenéticos tinham silenciado o gene que produz o receptor para o hormônio oxitocina. A oxitocina lubrifica os circuitos sociais do cérebro e é essencial para a solidificação de relacionamentos. Um indivíduo cujo cérebro não tem receptores suficientes para a oxitocina teria grande probabilidade de apresentar problemas sociais.

 

Pelo menos um grupo de pesquisadores argumenta que os marcadores químicos ajudam a resolver uma competição biológica entre genes maternos e paternos no desenvolvimento do feto. Na visão tradicional da reprodução, os genes da mãe e do pai trabalham juntos como colaboradores, compartilhando os deveres de gerar uma nova vida.

 

NOVA TEORIA

 

No entanto, uma nova teoria sustenta que os genes estão na verdade competindo, em vários momentos ao longo do genoma do feto, que está se formando. Se o sistema dá problema e o desenvolvimento cerebral se inclina exageradamente para o pai, o resultado pode ser autismo, de acordo com esses cientistas; se a inclinação é exagerada para o lado materno, a criança pode desenvolver transtornos de humor.

 

"Grande parte dos sistemas de modelo que estudamos sugere que as modificações epigenéticas influenciam o comportamento e que esses efeitos podem ser revertidos", disse Thomas Lehner, chefe da área de pesquisa genômica do Instituo Nacional de Saúde Mental dos Estados Unidos.

 

Ao estudar os genes no nível "epi", os cientistas esperam descobrir padrões que eram elusivos no nível dos genes --e o ideal é encontrar alvos para tratamentos calibrados que não desativariam simplesmente os genes errantes, mas gradualmente modificariam sua atividade, como o ajuste de uma balança.

 

O Instituto Nacional de Saúde está patrocinando cerca de cem estudos que procuram a relação entre marcadores epigenéticos e problemas comportamentais, incluindo abuso de substâncias, estresse pós-traumático, transtorno bipolar e esquizofrenia.

 

Em um grande estudo com pessoas com esquizofrenia, pesquisadores da Johns Hopkins analisam sangue e outros dados para verificar se o grau de variação epigenética está relacionado ao risco herdado de desenvolver o transtorno. Em outro, pesquisadores da Tufts estudam os genes de animais dependentes de opiáceos (derivados de ópio) para verificar como as alterações epigenéticas causadas pela exposição à droga afetam a sensitividade a opiáceos das crias dos animais.

 

Outros pesquisadores tentam determinar se áreas do genoma que mostram grandes mudanças epigenéticas podem ajudar a revelar genes que contribuem para o desenvolvimento de transtornos mentais.

 

Lehner observa que esses estudos são custosos e que as descobertas podem ser tão difíceis de decifrar quanto os estudos dos próprios genes. Porém, especialistas concordam que qualquer esforço para compreender como os genes afetam o comportamento deve considerar como a experiência afeta os genes.



Fonte: THE NEW YORK TIMES



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Gameterapia: a terapia através dos vídeos games


  


Foi-se o tempo em que vídeo game era apenas diversão e passa tempo de criança. Hoje, estudos comprovam que a pratica do console traz grandes benefícios no crescimento intelectual da criança. E com o surgimento dos vídeos games com sensores de movimento, os benefícios só aumentaram. A “Gameterapia” serve para incentivar a atividade cerebral do paciente  e até recuperar movimentos.



Atualmente os consoles com sensores de movimentos são usados como ferramenta para reabilitação em pacientes ortopédicos e neurológicos. Essa nova prática terapêutica iniciou-se no Canadá há algum tempo e hoje, é facilmente encontrada em vários outros países, inclusive no Brasil. As clínicas mais modernas de fisioterapia adotam esse tipo de terapia virtual.


Indicada para todos os tipos de idades, a terapia virtual vem ser um complemento as outras práticas terapêuticas. De acordo com fisioterapeutas “a terapia com vídeo game vem só para somar com o que já fazemos. Ele sozinho não é só fisioterapia ou só jogo, mas com as outras técnicas que a fisioterapia já tem, ele vem só para acrescentar”.


E como sabemos que o vídeo game acaba sendo “viciante” o difícil é dizer ao paciente que a hora da terapia terminou, imagine ai o sufoco para o fissioterapeuta dizer à criança que a hora da brincadeira chegou ao fim. “Não usamos uma sessão inteira de 40 minutos, meia hora, de videogame. Ele é usado em um tempo menor, como parte da terapia, seja no começo, no meio ou no final. Isso vai depender da criança”, explica à especialista.


Pesquisadores americanos descobriram que os jogos de tênis, boliche e boxe, do Nintendo Wii, melhoram a rigidez, movimento e habilidades motoras, como também diminuição de episódios de depressão em 20 pacientes acometidos do mal de Parkinson.


Muito legal né?!?!?




Aproveitando a Semana do Dia das Crianças, vamos abordar mais esse assunto, que muitas vezes é esquecido: A Alimentação das nossas Crianças.





Algumas crianças já apresentam alguns sintomas da Doença da Obesidade ainda quando bebês, essas mesmo se alimentando somente do leite materno já se mostram bem acima do peso ideal. Se você tem um bebê e acha que ele pode estar acima do peso, procure um pediatra especialista em Obesidade Infantil, os tratamentos começados o quanto antes garantem os melhores resultados.


Existem também aquelas crianças aparentemente saudáveis, que muitas vezes até parecem estar abaixo do peso, quesimplesmente comem de tudo e não engordam. Muitas vezes os pais quando percebem essa “dificuldade” que a criança tem em ganhar peso, não se importam com sua alimentação. O resultado é triste, a criança acostuma e forma seus gostos e hábitos alimentares de forma errada e acabam muitas vezes se tornando adultos Obesos e com uma enorme dificuldade em mudar seus maus hábitos alimentares.



Outra preocupação são aquelas crianças que comem em pouca quantia, não sentem muita fome e os pais pordesesperomedicam seus filhos com remédios para abrir o apetite, sem nem se dar conta das consequências que essa atitude pode gerar no futuro da criança. Sempre que achar que seu filho esta com problemas para se alimentar procure um especialista, ele vai ajudar seu filho da melhor forma possível.


Visando o futuro dos seu filhos, para que eles sejam adultos saudáveis em todos os sentidos,  vamos fazer um esforço e Educar a Alimentação deles.



Faça-os pegar gosto por frutas verduras, sucos, cereais. Deixe os enlatados, congelados e fast foods sempre por última opção. Crianças muitas vezes parecem complicadas e resistentes á comer determinados alimentos, mas tudo é uma questão de paciência e perseverança.






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Aspectos emocionais do envelhecimento e a qualidade de vida na terceira idade


 



Podemos entender que qualidade  de vida é a somatória de vários   fatores que proporcionam ao indivíduo o direito de exercer  a  cidadania  nos    aspectos sociais, culturais e psicológicos; o direito  de  viver  com  dignidade  e    respeito; contribuindo  para a comunidade  em  que vivem,  com  seu  trabalho buscando  sua independência financeira; proporcionando a sua família condições básicas para sobrevivência, com alimentação, moradia, saúde e o lazer. Contexto este em que o indivíduo possa ter autonomia  liberdade, segurança e dignidade; tendo seus direitos  assegurados.


 Qualidade de vida na terceira idade, é a liberdade     de escolha e direitos que todos os  indivíduos  devem  ter  para  viver  o      máximo possível, terminar a vida de forma digna e sem  sofrimento, encontrar  ajuda     e proteção  para   a   progressiva     diminuição    das    capacidades,       continuar participando ativamente dos assuntos e decisões  que  envolvem, a família,      a comunidade,  e   outras  atividades sociais e   culturais.


A boa qualidade de vida na   terceira idade  excede  os limites da responsabilidade pessoal, e deve ser vista como um empreendimento  de caráter sócio-cultural. Uma velhice  satisfatória  não  é  um atributo do  indivíduo  biológico, psicológico ou social, mas  resulta  da qualidade de  interação   entre   pessoas   em   mudança,  vivendo   numa   sociedade  em mudança.


Viver  com “qualidade  de  vida” na terceira idade depende do nosso pensar; sendo necessário   alguns cuidados preventivos desde os  primórdios da   juventude,  para manter a      independência  financeira,  boa  saúde  e    os    direitos assegurados.   Viver a vida com autenticidade, fazendo as coisas das quais gostamos,   realizando os sonhos e  desejos, traçando metas e objetivos; compartilhando com a família e  os  amigos  os  frutos de nossas  conquistas ao longo da vida.


 

A interação é imprescindível para um envelhescer saudável


 

Dia 1 de Outubro é dia Internacional do IDOSO.




O Ministério da Saúde está melhorando a vida das pessoas que têm algum tipo de deficiência, cujo dia nacional de luta foi comemorado na última sexta-feira, 21 de setembro. Um exemplo é o Plano Viver Sem Limite – Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência, criado no ano passado pelo Governo Federal. Feito em parceria com outros 15 ministérios, o plano vai investir, até 2014, quase oito bilhões de reais para melhorar a vida dessas pessoas. Um bilhão e meio de reais serão investidos na saúde.


A coordenadora da área de Saúde da Pessoa com Deficiência do Ministério da Saúde, Vera Mendes, explica que o ministério está se preocupando não apenas com a saúde de quem tem alguma deficiência, mas também com a formação de quem cuida da saúde dessas pessoas. “Estamos com metas bastante ousadas. Estamos instituindo a rede de cuidados à saúde da pessoa com deficiência em todo País. É uma rede numa construção de linhas de cuidado que vão desde a atenção básica até a hospitalar para as pessoas com deficiência nas várias deficiências. Estamos construindo uma rede nova, expandindo uma rede para o Brasil inteiro com prioridade para o Norte e Nordeste que têm vazios assistenciais importantes. Mas também com uma meta bastante grande de qualificação dos serviços existentes. Muitas vezes, o que falta, é os profissionais de saúde estar um pouco mais preparados para poder acolher, atender essas pessoas de modo adequado, humanizado e seguro. Então a gente está promovendo amplas capacitações.”


O motorista José Vieira de 42 anos perdeu o movimento das pernas em um acidente com o caminhão que dirigia. Ele acredita que o deficiente físico hoje é mais ouvido que no passado. ”Hoje o deficiente está tendo mais chance, então para mim está bom. Porque eu estou fazendo fisioterapia, já estou me virando bem sozinho, faça bastante coisa, já dirijo meu carro, então para mim a vida continua normal.”


Assim como todo cidadão, as pessoas com deficiência podem procurar os serviços de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS) quando necessitarem de qualquer tipo de orientação, prevenção, cuidados ou assistência médica e odontológica.



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Exames do bebê vão muito além do teste do pezinho




 

 



 

Assim que eles nascem, e mesmo após alguns meses, os bebês precisam passar por diversos testes para garantir a sua saúde nas próximas semanas. Os testes do pezinho, da orelhinha, dos olhinhos são alguns deles. Quando não realizados, essas crianças podem desenvolver anomalias irreversíveis. O Dr. Paulo Taufi Maluf Júnior, pediatra e oncologista, comenta sobre os principais testes para você mamãe não deixar de levar o seu filho para fazer.



“O teste do pezinho é o principal exame que o bebê faz logo após o nascimento. É um exame laboratorial simples que detecta precocemente doenças metabólicas, genéticas e ou infecciosas”, diz o Dr. Paulo. De acordo com ele, esse teste é obrigatório por lei no Brasil e faz com que doenças que geram sequelas irreparáveis no desenvolvimento mental e físico sejam descobertas e tratadas logo no início. O Dr. Paulo diz ser um exame feito ainda na maternidade, por meio da coleta de sangue no calcanhar no bebê, após as 48 horas de vida.



Outro teste obrigatório por lei é o da orelhinha. Com ele é possível verificar com antecedência se o bebê tem perda auditiva. “O exame é indolor e feito no segundo ou terceiro dia de vida, enquanto o bebê dorme, com um pequeno fone na parte externa do ouvido. Sua duração é de 3 a 5 minutos”, explica o profissional. O teste do olhinho, usualmente chamado de teste do reflexo vermelho, também é feito na primeira semana de vida do bebê e tem como objetivo prevenir doenças oculares. Esse exame é indolor e dura de 2 a 3 minutos.



O Dr. explica que nesses testes são feitas apenas a triagem e, se forem obtidos resultados anormais, os exames devem ser refeitos com uma técnica mais apurada. “Se não realizar esses testes, os bebês deixam de ser testados para anomalias que causam lesões irreversíveis”, explica. Ele comenta que se não forem feitos no período neonatal, deixam de ter utilidade. De acordo com o pediatra, esses exames básicos são gratuitos em todo o território nacional.



O Dr. Paulo indica outros cuidados que as mamães precisam ter com os seus bebês. “O aleitamento materno, a atenção com a atualização da caderneta de vacinação e a busca por um pediatra de confiança, ou o serviço de saúde mais próximo, nos primeiros cinco dias após a alta da maternidade é muito importante”, diz o pediatra.



 



 “Quanto antes souber, mais tempo você terá para lembrar”


Informações sobe a Doença de Alzheimer


A Doença de Alzheimer é definida como uma doença neuropsiquiátrica degenerativa, na qual se verifica um comprometimento das funções cognitivas (memória, linguagem, atenção, percepção, orientação espaço-temporal, praxia e funções executivas), que envolve o comprometimento cerebral, provocando uma atrofia progressiva no cérebro, inicialmente nas regiões internas do lobo temporal, causando impacto na funcionalidade e na vida social e ocupacional do indivíduo. Os sintomas cognitivos iniciam lentamente e aumentam com o passar do tempo. Muitos sintomas não ocorrem no início, mas surgem ao longo da evolução da doença quando vai aumentando sua gravidade. A doença de Alzheimer constitui o tipo mais comum de demência.


De acordo com pesquisas científicas, atualmente são 36 milhões de pessoas no mundo vivendo com demência e é esperado que este número alcance 66 milhões em 2010 e 115 milhões em 2050. A demência é definida como uma síndrome clínica caracterizada pela deterioração progressiva de múltiplos domínios da cognição, capaz de comprometer a autonomia do indivíduo. Representa causa importante de incapacidade, institucionalização e redução de sobrevida na população, em especial a população idosa. Não que as doenças crônico-degenerativas sejam manifestação do envelhecimento, mas porque este grupo etário apresenta maior vulnerabilidade para desenvolver determinadas doenças e as demências, em especial a doença de Alzheimer, apresentando uma maior ocorrência e impacto neste segmento populacional.


Com base em estudos epidemiológicos brasileiros em 2008, estima-se que 60% dos idosos brasileiros são portadores de algum tido de demência, isso corresponde à 1.332.034 pessoas. Destas 799. 220 pessoas são diagnosticadas com a provável doença de Alzheimer. A prevalência de demência aumenta de forma importante com a idade, dobrando a cada cinco anos, variando de 1,5%, entre 60 e 64 anos, a quase 40% nos nonagenários. A prevalência global desta patologia é estimada em 3,9% nos sujeitos com idade igual ou superior a 60 anos, com uma variação importante entre os continentes, de 1,6% na África a 6,4% na América do Norte. Na América Latina, a taxa de prevalência é de 7,1% e, no Brasil, varia entre de 6,0% a 7,1%. A incidência mundial anual é estimada em 7,5 casos a cada 1000 habitantes idosos (idade ≥ 60anos).


A demência tem um impacto importante na vida social e na dimensão emocional das famílias e seus cuidadores em toda parte no mundo. A falta de compreensão e conscientização sobre a doença resulta em recursos insuficientes para lidar da melhor forma possível com esta doença. Por isso as campanhas mundiais dedicadas aos diferentes segmentos da sociedade tornam-se momentos de discussão e debate em torno do tema para que possam gerar iniciativas políticas e institucionais. Não resta dúvida de que a situação do bem-estar dos idosos, dos portadores de doença de Alzheimer e das famílias merece atenção especial com o devido reconhecimento de seus arranjos internos, enquanto agentes sociais ativos.


A família é o espaço indispensável para a garantia da sobrevivência de desenvolvimento, da proteção integral, da educação e também do envelhecimento. É a família que propicia os aportes afetivos, além dos materiais necessários ao desenvolvimento e bem-estar dos seus componentes. Ela desempenha um papel decisivo na educação, é em seu espaço que são absorvidos os valores éticos e humanitários e onde se aprofunda os laços e constroem as marcas das gerações.



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Ácido úrico




O ácido úrico está entre as substâncias naturalmente produzidas pelo organismo. Ele surge como resultado da quebra das moléculas de purina – proteína contida em muitos alimentos – por ação de uma enzima chamada xantina oxidase. Depois de utilizadas, as purinas são degradadas e transformadas em ácido úrico. Parte dele permanece no sangue e o restante é eliminado pelos rins.


Os níveis de ácido úrico no sangue podem subir 1) porque sua produção aumentou muito, 2) porque a pessoa está eliminando pouco pela urina, 3) por interferência do uso de certos medicamentos.


Como consequência dessa taxa de ácido úrico elevada (hiperuricemia), formam-se pequenos cristais de urato de sódio semelhantes a agulhinhas, que se depositam em vários locais do corpo, de preferência nas articulações, mas também nos rins, sob a pele ou em qualquer outra região do corpo.


Estudos recentes realizados no Instituto do Coração de São Paulo mostram que níveis elevados de ácido úrico no sangue aumentam o risco de desenvolver acidentes cardiovasculares.


Sintomas


O depósito dos cristais de urato nas articulações, em geral, provoca surtos dolorosos de artrite aguda secundária, especialmente nos membros inferiores (joelhos, tornozelos, calcanhares, dedos do pé), mas pode comprometer qualquer articulação. Nem todas as pessoas com hiperuricemia desenvolverão gota, um tipo de artrite secundária, de caráter genético e hereditário, que acomete mais os homens adultos.


Nos rins, a hiperuricemia é responsável pela formação de cálculos renais (litíase renal) e insuficiência renal aguda ou crônica (nefropatia úrica).


Diagnóstico


O diagnóstico de certeza é dado por um exame que mede a concentração de ácido úrico no sangue e exige 8 horas de jejum para ser realizado.


Tratamento e prevenção


Portadores desse distúrbio metabólico devem evitar o estresse físico, o uso de diuréticos e de antiinflamatórios, assim como devem evitar a ingestão excessiva de alimentos e bebidas ricos em purina (carne vermelha, frutos do mar, peixes, como sardinha e salmão, e miúdos).


Como leite e derivados parecem melhorar a eliminação do ácido úrico, devem ser incluídos na dieta que, acima de tudo, precisa ser saudável e favorecer o controle da obesidade e da hipertensão.


Além da alimentação pouco calórica, quando necessário, podem ser indicados medicamentos para inibir a produção de ácido úrico (alopurinol) ou para aumentar sua excreção (probenecide e sulfinpirazona). Algumas pessoas precisam dos dois tipos porque têm excesso de produção e dificuldade de excreção dessa substância.


Recomendações


* Beba bastante água para ajudar o organismo a eliminar o ácido úrico;


* Prefira os alimentos não industrializados; adote uma dieta saudável, rica em frutas, verduras, leite e derivados;


* Evite o consumo de bebidas alcoólicas, especialmente de cerveja que é rica em purina;


* Não se automedique. Consulte um médico para orientar o tratamento e peça ajuda ao nutricionista para eleger uma dieta que ajude a controlar a taxa de ácido úrico e a manter o peso em níveis adequados.




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18/09/2012 17h54 - Atualizado em 18/09/2012 18h11




Estoque em banco de leite apresenta déficit de 38% em Campinas


Coordenadora diz que distribuição é maior do que coleta há quatro meses.

Entre julho e agosto, instituição registrou queda de 23,7% na reserva.



 



Do G1 Campinas e Região





 

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Estoque do banco de leite em Campinas tem déficit de 38% (Foto: Carlos Bassan / PMC)Estoque sofreu redução de 23,7% em agosto

(Foto: Carlos Bassan / Prefeitura de Campinas)

O estoque do Banco Humano de Leite de Campinas (SP) apresenta déficit de 38% em relação à margem mínima de 150 litros que devem estar disponíveis, por mês, aos pacientes. Entre os meses de  julho e agosto a quantidade acumulada pela instituição passou de 122 para 93 litros.



A coordenadora do banco, Cláudia Maria Monteiro Sampaio, atribui a queda na reserva ao período de estiagem. "Com o calor e baixa umidade, as mulheres ingerem menos água e gastam mais energia. Agosto é um mês que não costuma apresentar problemas, ao contrário do período de férias ", explica sobre a arrecadação de 55 litros. O valor é 59% inferior ao obtido no mesmo período do ano passado, quando o estoque somava 213 litros.



Em média, o banco de leite atende 80 pacientes por mês. A coordenadora cita que a instituição atende 20 municípios da região e diz que há necessidade de triagem, por conta da menor oferta.



"Precisamos verificar quais os casos mais urgentes. A maioria é de bebês prematuros. As mães precisam ter mais consciência sobre a importância de participar da doação", ressalta Cláudia. Ela lembra que a distribuição é maior do que a coleta há quatro meses.



Os médicos recomendam que o leite materno seja o único alimento oferecido aos bebês até os seis meses de idade.



Como doar:

O quê: Banco Humano de Leite de Campinas - Maternidade de Campinas

Onde: Avenida Orosimbo Maia, 165, 5º andar, Centro

Quando: segunda a sexta-feira, das 8h às 17h30; sábado, das 8h às 11h30

Informações: (19) 3306-6039; saude.centrolactacao@campinas.sp.gov.br






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Reposição hormonal vira arma para obesos




Clarissa Thomé

Da Agência Estado, no Rio de Janeiro





  • Getty Images


    Pesquisas ajudam no combate à obesidade







Homens com baixo nível de testosterona, o hormônio sexual masculino, e que não obtiveram sucesso para o tratamento convencional contra obesidade podem ser beneficiados com a reposição hormonal, apontam estudos recentes do endocrinologista alemão Farid Saad, da área científica do laboratório Bayer HealthCare Pharmaceuticals.


Um dos estudos, apresentado em encontro da Sociedade de Endocrinologia, em Houston, acompanhou 115 homens por cinco anos, com baixos índices de testosterona. Com a reposição hormonal - seguida de dieta e exercícios -, a perda média foi de 16 quilos e a circunferência abdominal baixou de 107 para 98 centímetros.


 

Em outro trabalho, que revisou estudos mundiais sobre o tema e foi publicado no periódico Current Diabetes Reviews, Saad conclui que a reposição "pode ser eficaz porque melhora o humor e reduz a fadiga, o que pode motivar o homem a aderir à dieta e aos exercícios para o combate à obesidade".


"A testosterona não é medicamento antiobesidade e a reposição só deve ser feita por quem tem baixa produção desse hormônio. O que a pesquisa mostra é que a reposição hormonal otimiza a melhora de peso se estiver aliada à dieta e à atividade física", ressalta o endocrinologista João Eduardo Salles, professor da Faculdade de Medicina da Santa Casa de Misericórdia.


Redução


Os níveis de testosterona começam a cair naturalmente a partir dos 45 anos. A redução acentuada do hormônio é conhecida como andropausa e provoca perda da libido, de massa muscular, disfunção erétil, entre outros sintomas. ?O que se sabe hoje é que a obesidade pode causar a redução de testosterona de forma mais rápida, principalmente a obesidade que tem como apresentação o acúmulo de gordura na circunferência abdominal?, explica Salles.


Esse acúmulo de gordura na cintura pode reduzir a ação da insulina: além de causar predisposição para diabetes e hipertensão, causa redução na produção de testosterona. "A diminuição de testosterona leva à piora da obesidade. E a obesidade também pode levar à diminuição da testosterona. Provoca um ciclo vicioso".


O grave é que são poucos os homens que sabem sobre a andropausa e testaram os níveis de testosterona. Pesquisa da Sociedade Brasileira de Urologia, com apoio da Bayer, mostrou que 66% não sabem o que é andropausa e 64% nunca fizeram testes para medir o hormônio masculino. Foram ouvidos 5 mil homens, com mais de 40 anos.


"Chama a atenção o fato de grande parte dos homens não cuidar de nada: 59% não fazem dieta, 49% não fazem atividade física, 38% não vão ao médico com frequência. No entanto, 37% usam algum remédio para disfunção erétil. Eles não sabem que a queda da testosterona pode estar ligada a essa disfunção e a reposição pode melhorar a ereção", diz Archimedes Nardozza Junior, diretor do núcleo de pesquisa da SBU e coordenador da pesquisa.


Para Nardozza, a mensagem é que o homem precisa se tratar. ?Ao contrário das mulheres, eles não vão ao médico. Esse é o grande mote da campanha da Sociedade Brasileira de Urologia: cuide-se?, afirmou o especialista. As informações são do jornal O Estadão  de São Paulo.



A responsável pela unidade, da Home Angels de Cambuí,Gislaine F  agradece a todos,  que  acompanha o seu trabalho,aos amigos,a familia e aos funcionários e toda a equipe da Zaiom.Que juntos formam uma equipe maravilhosa e competente,e quem ganha com isso são nossos clientes.UM GRANDE ABRAÇO A TODOS



 














Para esta semana, falarei um pouco sobre as principais características do desenvolvimento da criança de 2 a 3 anos de vida.

As características aqui mostradas são as mais comuns para esta fase da criança. É normal que a criança apresente um ou outro aspecto diferente dos descritos abaixo e isto vai depender essencialmente dos estímulos que ele receber no seu dia a dia. Assim, é imprescindível que os pais e os cuidadores estimulem as crianças continuamente. Além disto, é importante que o desenvolvimento da criança seja acompanhado pelo pediatra e/ou profissionais especializados.


O que a criança realiza nesta fase?


- Tira os sapatos;

- Já consegue chutar bola sem perder o equilíbrio;

- Gosta de dançar e consegue acompanhar o ritmo da música batendo palmas;

- Nesta fase a criança está pronta para abandonar o uso das fraldas.


Como é seu comportamento?


- Já consegue apresentar percepção de quem é;

- Mexe em tudo;

- Pode fazer bagunça para testar a autoridade de pais e cuidadores;

- Tenta impor suas vontades;

- Prefere companhia para brincar ao invés de brincar sozinha;

- Gosta de participar dos serviços de casa, como por exemplo, arrumar a mesa do jantar.


Como é sua comunicação?


- As frases vão aumentando e já pode surgir o uso do plural;

- As crianças nesta fase têm uma ótima compreensão, entendem tudo que é dito em sua volta;

- Faz perguntas do tipo: “cadê?", "O que?", "onde?";

- Fala de si mesma na 3a. pessoa;

- Chama familiares próximos pelo nome.


Elaborado por Wanda Patrocinio com apoio em material da Equipe Estimulando.


 




Na opinião dos britânicos, a fase da vida conhecida como meia-idade começa aos 55 anos, muito mais tarde do que se pensava anteriormente. Mais de mil pessoas com mais de 50 anos responderam a uma enquete no site britânico Love to Learn, dando sua definição de meia-idade.



Na visão dos organizadores, o levantamento indica que - conforme a população envelhece - o ponto em que se considera o início da meia-idade vai sendo empurrado para frente. Anos atrás, alguns chegaram a considerar o início desta fase da vida aos 36 anos.



Na Grã-Bretanha, de acordo com dados estatísticos do governo, há hoje mais pessoas com mais de 65 anos do que com menos de 16 anos.



Embora sete de cada dez dos "cinquentões" ouvidos na enquete tenham se definido como de meia-idade, a média das respostas indica que a percepção de quando esse período da vida começa é de 54 anos e 347 dias.






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