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Entenda os benefícios do chocolate e saiba como não exagerar na Páscoa


Bem Estar desta sexta (18) mostrou benefícios do chocolate para a saúde.

Além de dar energia, ele diminui ansiedade e pode fazer bem ao coração.



 



Do G1, em São Paulo









 



 

 









Quando chega a Páscoa, fica muito difícil fugir do chocolate. Porém, no Bem Estar desta sexta-feira (18), a nutricionista Elaine Moreira mostrou que é possível enfrentar essa época comendo menos e evitando o ganho excessivo de peso. Segundo a nutricionista, um ovo de 200 gramas, por exemplo, pode ter até 1.000 calorias, quase metade do que uma pessoa pode consumir por dia – ou seja, se ela come um ovo inteiro em um dia só e ainda não se desfaz das outras refeições, ela tem um consumo calórico muito grande.



Por isso, uma das principais dicas para ingerir menos calorias é quebrar o ovo em pedaços e dividir com a família ou amigos. Comer o ovo inteiro em um dia só pode engordar muito mais do que comer um pedacinho por dia até acabar, como explicou a nutricionista.


Outra maneira de consumir o chocolate de um jeito saudável é misturar pedaços do ovo com frutas, por exemplo, ou até mesmo com um iogurte.


Quanto mais cacau tem o chocolate, mais amargo é e menos açúcar e gordura ele tem, como explicou o neurologista vascular Alexandre Pieri. Quanto mais amargo, maior o benefício cardiovascular, mas a nutricionista alerta que mesmo com as vantagens do chocolate, é importante lembrar que ele tem uma grande quantidade de calorias.


Existem estudos ainda que mostram que quem consome uma dose moderada de chocolate, cerca de 9 gramas por dia, tem menos risco de sofrer um AVC, como explicou o neurologista. Isso acontece porque o chocolate tem flavonoides, substância que protege o coração e diminui a inflamação dos vasos até mesmo no cérebro. Além disso, ele pode também dar mais energia e reduzir a ansiedade.


Info Chocolate Bem Estar (Foto: Arte/G1)



 



 

 











 



 

 











 



 

 











 



 

 









 











  • 25/11/2015







 



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Obesidade, sedentarismo e sal elevam os índices de hipertensão no mundo


O número de pessoas com pressão alta dobrou no mundo.

1 bilhão de pessoas têm o problema e muitas vezes nem sabe.



 



Do G1, em São Paulo









 



 

 









O maior estudo feito no mundo sobre pressão alta revelou que o número de pessoas com o problema dobrou. Mas o que teria levado a este aumento? Será que você tem o problema e não sabe? O consultor do programa Doutor José Bento explica no Bem Estar desta quinta-feira (17).



Tem ainda os superpoderes da chia, uma sementinha já era consumida há 2 mil anos, mas só agora pesquisadores brasileiros conseguiram provar que ela previne câncer, Alzheimer e diabetes e ainda reduz o colesterol em até 40%. Mas quanto a gente precisa comer? É o que explica a nutricionista Andrea Zaccaro.


Saiba mais

A Revista Lancet, uma das mais renomadas na área médica, divulgou na quarta-feira (16) um estudo com a Organização Mundial de Saúdedizendo que o número de pessoas com pressão alta dobrou no mundo: 1 bilhão de pessoas têm o problema. É considerado hipertenso quem tem pressão 14 por 9 ou acima disso.


Segundo o cardiologista Carlos Alberto Machado, membro da Sociedade Brasileira de Hipertensão, o aumento de hipertensos no mundo se deve ao número maior de obesos, ao consumo excessivo de sal, ao sedentarismo e ao crescimento da população idosa.


O envelhecimento eleva os riscos de hipertensão porque os vasos ficam mais rígidos, o que aumenta a pressão sanguínea.




 



 

 









 




 



 

 









 





Mito: o exame de toque dói 


© Fornecido por MHM


 Segundo o urologista Cássio Andreoni, chefe da disciplina de urologia na Unifesp: “o exame de toque não dói, ele causa um certo desconforto que é maior quando o homem não está relaxado”.


 O exame só dói quando o paciente tem alguma inflamação na próstata, afinal, ela vai ser tocada durante o exame. Mas o processo todo é bem rápido e, quando você perceber, o exame acabou. 


Mito: se o exame de PSA (marcador de tumor realizado em laboratório) der normal, eu não tenho câncer


O urologista Manoel Antonio Guimarães, diretor clínico do Hospital da Polícia Militar do Paraná, afirma: “em cerca de 15% dos resultados normais, o paciente tem problemas detectados no exame de toque”.


Ou seja: é fundamental realizar o exame de toque retal, não importa se você fez o PSA.


Verdade: mesmo sem indício de câncer, é preciso continuar fazendo o exame anualmente


 Pelo menos um em cada seis homens com 75 anos tem tumor na próstata. Este é o segundo câncer mais comum em homens, ficando atrás apenas do tumor de pele não-melanoma, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA).


Então é fundamental realizar exames de toque anualmente depois dos 50 anos (se não houver histórico de câncer na família), 45 (se houver histórico de câncer na família) e 40 (se você for negro e houver histórico de câncer na família).


Mito: o câncer de próstata sempre causa dor


 O câncer de próstata é uma doença silenciosa e, por isso, tão perigosa. Como raramente ela se manifesta através de sintomas, é fundamental realizar o exame de toque anualmente.


Mito: o exame de toque obriga o paciente a ficar em posição ginecológica


  


Mitos e verdades sobre o câncer e próstata© Fornecido por MHM Mitos e verdades sobre o câncer e próstata


 Esse é mais um mito que afasta os homens do exame e contribui para os diagnósticos de câncer de próstata no estado avançado. Existem várias alternativas de posições para o exame, como deitar de lado, por exemplo. O paciente escolhe a mais confortável de acordo com a orientação médica.


Mito: todo paciente que opera a próstata acaba com algum grau de impotência ou de incontinência urinária


 Desde que a cirurgia pôde ser realizada com auxílio de robôs, o índice de sequelas diminuiu muito. Segundo Andreoni: “A disfunção erétil atinge cerca de 10% dos pacientes e a incontinência urinária não passa dos 3%”.


 Atualmente, até os serviços públicos de saúde oferecem técnicas minimamente invasivas, que permitem ao paciente se recuperar rapidamente. 


Mito: um tumor pode ser causado por um trauma na próstata


 Isso é mentira, se você sofreu alguma pancada na região ou bateu a área de alguma forma, fique tranquilo, você não vai desenvolver câncer por causa disso.


Verdade: o toque retal aponta outros problemas na região alem do câncer de próstata


 


Como o exame apresenta uma avaliação geral da próstata, ele pode apontar alterações como a hiperplasia (aumento acima do normal), causado por alterações hormonais. O exame também pode descobrir inflamações e doenças no canal retal.


Parcialmente verdade: o câncer da próstata faz parte do envelhecimento do homem


 


 


Mitos e verdades sobre o câncer e próstata© Fornecido por MHM Mitos e verdades sobre o câncer e próstata


As conseqüências das alterações hormonais no corpo masculino são várias: barriga inchada, redução da massa muscular, mudança na disposição sexual, enfim…Todas fazem parte do envelhecimento e são alterações naturais. 


Mas, além dessas mudanças que você já conhece, outras acontecem no organismo e podem colocar a saúde em risco. Uma delas ocorre na próstata.


Segundo urologistas entrevistados pelo portal IG, estima-se que todo homem que viver até os 100 anos terá algum tumor na próstata.


Mito: câncer na próstata afeta apenas homens velhos


Essa informação é completamente errada. Apesar de ser uma doença mais comum entre os mais velhos, o câncer na próstata pode atingir homens de todas as idades.


Verdade: câncer de próstata tem cura


Dependendo do estágio do câncer quando foi diagnosticado, ele tem cura. Por isso é importante realizar exames anuais e garantir que qualquer irregularidade seja detectada com bastante antecedência.


Mito: um nódulo na próstata é necessariamente um câncer


 


Mitos e verdades sobre o câncer e próstata© Fornecido por MHM Mitos e verdades sobre o câncer e próstata


Não, apenas 30% dos nódulos são câncer de próstata e, para descobrir se o nódulo é maligno, o médico vai realizar uma biópsia.


Mito: depois de cinco anos de tratado, o câncer não volta mais


Para o câncer de próstata, esse período é de 15 anos, não 5.


 


 


Fonte: www.msn.com.br/pt-br/saude/medicina/novembro-azul-mitos-e-verdades-sobre-o-câncer-de-próstota/ar-AAjQe1f



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Como a aspirina líquida pode combater tumores cerebrais


Cientistas de universidade britânica anunciam descoberta que pode revolucionar tratamento e ataca células comprometidas sem afetar as comuns.



 



Da BBC







Empresa americana recebeu autorização para tentar reanimar cérebro de pacientes mortos (Foto: AFP)Nova droga mostrou-se potente (Foto: AFP)

Cienstistas bitânicos anunciaram na terça-feira (29) um tratamento potencialmente revolucionário no tratamento de tumores cerebrais, que tem como base uma forma líquida de aspirina.


Geoff Pilkington e Richard Hill, da Universidade de Portsmouth, no sul do Reino Unido, apresentaram as conclusões de sua pesquisa em uma convenção média para especialistas em turmores cerebrais, em Varsóvia, na Polônia.



Eles argumentam que o composto "IP1876B", cuja fórmula tem ainda dois ingredientes não revelados, mostrou em testes ser 10 vezes mais eficiente no combate aos tumores do que qualquer combinação de drogas já conhecida. Todos os componentes, segundo os cientistas, já são aprovados para uso clínico.


Os testes foram feitos usando células cancerosas de adultos e crianças. Neles, o "IP1876B" matou as células comprometidas sem ter efeito sobre células normais. E um dos grandes trunfos da nova fórmula - que combina os dois ingredientes com aspirina líquida - desenvolvida em parceria com a companhia Innovate Pharmaceuticals, é que ela aumentou de forma significativa a habilidade das drogas de cruzar a barreira hematoencefálica, uma membrana que protege o cérebro, mas que também bloqueia o caminho de muitas drogas anticâncer mais convencionais.


Outro obstáculo importante que Pilkington e Hill parecem ter superado é o desenvolvimento de uma forma verdadeiramente líquida de aspirina.


As alternativas atualmente no mercado não são totalmente solúveis e ainda contêm resíduos que podem causar efeitos colaterais gástricos.


Pilkington e Hill dizem que os resultados dos testes sugerem que o "IP1876B" poder ser altamente eficaz contra o glioblastoma, uma das formas mais agressivas de tumor cerebral e que normalmente mata pacientes em um ano. Mas o composta ainda precisa de mais testes para determinar se pode ser usado com segurança em humanos.


"Temos uma potencial alteração crucial na pesquisa sobre tumores cerebrais e isso mostra que ciência bem financiada pode conseguir. É a mesma ciência que vai permitir um dia que encontremos a cura para essa doença devastadora", diz Sue Farrington Smith, diretora da Brain Tumour Research, ONG que arrecada fundos para pesquisas em tumores cerebrais.





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 01/02/2016 10h38 - Atualizado em 01/02/2016 11h53



Doce vicia? Especialistas contam qual a quantidade ideal de açúcar por dia


Por que tanta gente é viciada em doce?

Temos que ingerir, no máximo, 50 gramas por dia de açúcar.



 



Do G1, em São Paulo









 



 

 

 









 



 

 

 







Por que tanta gente é viciada em doce? O Bem Estar desta segunda-feira (1) falou sobre o assunto com o endocrinologista Bruno Halpern e com a nutricionista Tania Rodrigues. O vício em doce é mais psicológico que químico, explicam os especialistas.





 



 

 

 









 



 

 

 









 



 

 

 







E existe uma quantidade de açúcar? Sim! Podemos consumir até 10% das calorias diárias em forma de açúcar. Em uma dieta de duas mil calorias, 200 podem ser de açúcar. Em grama são 50 por dia. Isso contando todos os alimentos, não só o açúcar adicionado.


Se você tomar uma lata de refrigerante normal, estará ingerindo 39 gramas de açúcar, quase três colheres de sopa cheias. Um pote de iogurte tem 15 gramas, o equivalente a uma colher de sopa de açúcar. Já uma colher de geleia tem 12 gramas.




 



 

 

 









 



 

 

 







 





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Reuters

07/07/2015 09h33 - Atualizado em 07/07/2015 09h33




Doenças ligadas ao tabaco matam 1 pessoa a cada 6 segundos, diz OMS


Agência cobra governos a aumentar impostos para combater o fumo.

Por ano, 6 milhões de pessoas morrem devido a doenças ligadas ao tabaco.



 



Da Reuters







Cigarro (Foto: Rede Globo)Organização Mundial da Saúde pede que governos aumentem os impostos embutidos no maço de cigarros. Iniciativa é para dissuadir as pessoas de fumar (Foto: Rede Globo)


Relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgado nesta terça-feira (7) aponta que que uma pessoa morre de doenças relacionadas ao tabaco a cada seis segundos, o equivalente a cerca de 6 milhões de pessoas por ano.


No documento "A Epidemia Mundial de Tabaco 2015", a agência da ONU para a saúde afirma ainda que esse número deve aumentar para mais de 8 milhões de pessoas por ano até 2030 se não forem tomadas medidas fortes para controlar o que a OMS chama de "epidemia do tabaco".


Segundo a organização, poucos governos fazem pleno uso dos impostos sobre o tabaco para dissuadir as pessoas de fumar ou ajudá-las a reduzir o consumo e parar. A OMS recomenda que pelo menos 75% do preço de um maço de cigarros deve ser de taxas.


Há um bilhão de fumantes em todo o mundo, mas muitos países têm impostos extremamente baixos sobre o tabaco e alguns não impõem nenhuma taxação sequer sobre o produto, segundo a agência.


Impor tributos é método mais barato de conter fumo

"Aumentar os impostos sobre os produtos do tabaco é um dos meios mais eficazes – e de melhor relação custo-benefício – para reduzir o consumo de produtos que matam e, ao mesmo tempo, gerar receitas substanciais", disse a diretora-geral da OMS, Margaret Chan, no relatório. Ela pediu a todos os governos que examinem as evidências e "adotem uma das melhores opções de política ganha-ganha disponíveis para a saúde".


O fumo é um dos quatro principais fatores de risco por trás de doenças não transmissíveis - a maioria dos tipos de câncer, doenças cardiovasculares e pulmonares e diabetes. Em 2012 essas doenças mataram 16 milhões de pessoas com menos de 70 anos, sendo mais de 80 por cento dessas mortes nos países pobres ou de renda média.


Douglas Bettcher, um especialista da OMS sobre a prevenção de doenças não transmissíveis, citou evidências de países como a China e a França, onde a imposição de impostos mais elevados sobre o tabaco levou à redução do consumo e ajudou as pessoas a parar de fumar.


Infográfico cigarro x coração (Foto: G1)




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Solidão aumenta o risco de morte prematura

 

Um estudo da Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, mostra que o sentimento de solidão aumenta em 14% a probabilidade de morte prematura de idosos.

Segundo a pesquisa, esse valor aproxima-se do decorrente de condições socioeconômicas precárias, que foi de 19%.

Para ter ideia, o resultado aponta que a solidão e o isolamento favorecem o aumento da pressão arterial e prejudicam o sono, além de contribuírem para o surgimento da depressão.

O recado, portanto, é manter as amizades e participar de atividades em grupo para criar novas relações. Assim, dá pra ser mais saudável e, claro, mais feliz.

 



 

Fonte: Revista Saúde é Vital



A Home Angels é destaque também na Revista Kappa, conceituada revista de São Carlos. 


Confira através do link abaixo como foi a entrevista concedida pelo proprietário da unidade de São Carlos, Sr. Guilherme:


http://www.4shared.com/office/8BfFs2oN/Kappa_Home_Angels_Sao_Carlos.html 


 


 






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Além disso, doenças e problemas de saúde também aumentam as chances.

Idosos e crianças são os que mais costumam cair; veja como se proteger.







 


Todo mundo já caiu alguma vez na vida. Mas como identificar se essa queda é apenas uma distração ou por causa de um obstáculo na rua ou algo mais preocupante? É importante saber que levar um tombo pode ser um simples acidente, mas pode ser também um sinal de problema de saúde, como alertou o ortopedista Luiz Batata no Bem Estar desta segunda-feira (10).


Dados mostram que as quedas são a principal causa de morte de idosos no Estado de São Paulo – em até 44% dos casos, as consequências podem ser graves. E não são só os mais velhos que sofrem com o problema, mas também crianças menores de 5 anos, como explicou o ortopedista.De acordo com a fisioterapeuta Laura Proença, o risco de queda aumenta se a pessoa já caiu. Além disso, se ela toma 4 ou mais remédios continuamente, como calmantes e laxantes, ou se tem problemas e doenças associados, como dificuldades de visão, hipoglicemia, depressão, incontinência urinária, osteoporose e até mesmo diabetes descontrolada, a chance de cair também pode aumentar.


Por isso, é preciso investigar a origem da queda, também porque nos idosos, ela pode ser o início do processo degenerativo do corpo. Entre as lesões mais preocupantes, estão as fraturas de fêmur, punho e quadril. No entanto, como explicou o ortopedista, já existem cirurgias e próteses que permitem que o paciente volte a andar em poucos dias.





 




Para evitar que as quedas voltem a acontecer, a dica é treinar o equilíbrio e a musculatura com exercícios simples no dia a dia, que já aumentam a resistência e reduzem o risco de quedas.


Há ainda a possibilidade de exercícios que "ensinam" a cair, como mostrou a reportagem da Marina Araújo (veja no vídeo ao lado). Segundo o reeducador do movimento Ivaldo Bertazzo, saber cair é importante para evitar lesões maiores e consequências mais graves.


Bem Estar - Infográfico sobre quedas (Foto: Arte/G1)


Processo Seletivo HOME ANGELS SÃO CARLOS-SP

 





Perfil da vaga: Cuidador de pessoas (Crianças, Adultos, Deficientes físicos e, principalmente, Idosos)

 


Pré-Requisitos:


- Experiência comprovada (Favor incluir no Currículo todos os telefones de referência com nome para contato)




Desejável (contará como um diferencial):



- Além da experiência citada acima, conhecimentos comprovados na área da saúde tais como: Auxiliar de Enfermagem, Técnico(a) de Enfermagem, ou cursos similares).



Como se Candidatar:

 


Duas opções: e-mail ou pessoalmente.


 


E-MAIL



- Para se candidatar o candidato deverá enviar o seu Currículum para o e-mail saocarlos-centro@homeangels.com.br (salvar o arquivo com seu nome, por exemplo: Maria_Silva.doc)



PESSOALMENTE



- Também aceitamos entrega de currículos no seguinte endereço: Rua Monteiro Lobato, nº 2.235 - Vila Nery



- Referência: Fica no FINAL da RUA 15 DE NOVEMBRO, virando a ESQUERDA na escola ANTÔNIO MILITÃO DE LIMA, entre as ruas 15 de novembro de Av. Dr. Carlos Botelho.



Horário de funcionamento para entrega de Currículos:


Segunda a Sexta das 08:00 as 12:00 e das 13:00 as 18:00.

 


Horário de atendimento por telefone:


Segunda a sexta das 10:30 as 15:00

(16) 3201-4171


 




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“Dona Maria Aparecida, uma idosa forte e sadia de 83 anos, tem costume de tomar seu bromazepan para dormir. Mora sozinha com seu esposo, Seu Ademar, mais enfraquecido, depois da isquemia cerebral que lhe deixou o lado esquerdo do corpo mais lento. Uma bela noite, preocupada com a viagem da filha, com a família, para praia, não conseguiu dormir direito e teve a idéia de tomar mais um pedacinho do bromazepan. Como faz toda noite, levantou-se para urinar. Só que desta vez, ao caminhar para o banheiro, teve uma tonteira forte e caiu. Na queda, à entrada do banheiro, quebrou a perna,mais precisamente a cabeça do fêmur esquerdo. Ficou caída a noite inteira, pois não teve forças para se levantar, e seu marido não ouviu nada, dormindo a noite inteira. Quando a empregada chegou pela manhã, achou estranho que a patroa não tivesse ainda levantado. Qual não foi o susto, quando encontrou-a caída na porta do banheiro, toda urinada, falando coisas confusas e desconexas, pedindo para fazer o café de Ademar!”



A história acima se repete várias vezes, ao longo dos anos, em nossas cidades, testemunhada pelos nossos plantonistas da traumatologia e ortopedia. As quedas não são doenças, é claro, mas um dos piores eventos, uma das piores condições que levam a uma série de problemas e doenças em nossos idosos.



Alguns números:

**Ocorrência de quedas por faixas etárias a cada ano:

32% em pacientes de 65 a 74 anos

35% em pacientes de 75 a 84 anos

51% em pacientes acima de 85 anos

**No Brasil, 30% dos idosos caem ao menos uma vez ao ano.



Conseqüências:

**5% das quedas resultam em fraturas.

**5% a 10% resultam em ferimentos importantes necessitando cuidados médicos.

**Mais de dois terços daqueles que têm uma queda cairão novamente nos seis meses subseqüentes.

**Os idosos que caem mais de duas vezes em um período de seis meses devem ser submetidos a uma avaliação de causas tratáveis de queda.

**Quando hospitalizados, permanecem internados o dobro do tempo se comparados aos que são admitidos por outra razão.



No caso de dona Aparecida, o medicamento para dormir foi a causa de sua tonteira e queda (temos certeza que a partir desta queda, dona Aparecida perdeu muito de sua independência e autonomia). Porém, outras causas podem ocasionar as quedas, que vão desde os problemas de saúde do próprio idoso até as condições de moradia e acidentes em vias públicas.



Alguns exemplos de condições e problemas de saúde que podem ocasionar quedas em idosos:

**O próprio envelhecimento é uma condição para predispor quedas, pois há uma lentidão dos reflexos posturais, dificuldades visuais, principalmente à noite, fraqueza muscular das pernas e braços. Lembrar que quanto mais velho for o idoso (idoso longevo), maior o risco de instabilidade postural e de desequilíbrio.

**Outros problemas visuais como a catarata e o glaucoma.

**Doenças neurológicas como a doença de Parkinson e os acidentes vasculares cerebrais.

**Doenças ortopédicas como as osteoartrose e osteoporose.

**Uso de medicamentos para dormir, medicamentos para coração e hipertensão (podem causar tonteiras e pressão baixa).

**Quadros de incontinência urinária, principalmente quando houver a necessidade urgente de ir ao banheiro, levantando rápido da cama.



Lembramos que a maioria das quedas ocorre dentro da própria casa! Portanto, muitas das causas de quedas estão dentro de nossa própria casa, ou seja, podemos estar morando com o inimigo! As escadas, o banheiro, a sala de estar, os quartos e a cozinha podem, potencialmente, provocar quedas.



Vamos dar alguns exemplos:

**Pisos escorregadios, com superfícies lisas, úmidas e enceradas; pisos irregulares, ainda em construção, tacos soltos ou pisos quebrados.

**Tapetes soltos e desfiados, que podem deslizar e causar tropeções.

**Obstáculos no chão: fios elétricos, brinquedos, mesas pequenas, animais domésticos…

**Iluminação deficiente: luzes fracas, iluminando mal os ambientes, ou luzes mal posicionadas, causando reflexos diretos nos olhos dos idosos.

**Ambientes com várias tonalidades de uma mesma cor: os idosos não distinguem com clareza estes tons( móveis, chãos e portas de uma mesma cor), causando confusão e risco de quedas.

**Camas de altura inadequada, baixa demais ou alta demais.

**Cadeiras baixas e sem braços para apoio.

**Móveis frágeis, principalmente se localizados em corredores onde os idosos os façam também como apoio.

Escadas sem corrimão e com degraus altos e inapropriados, mal sinalizados, sem pisos antiderrapantes e com iluminação deficiente (ufa!).

**Vasos sanitários baixos e sem apoios laterais.

**Falta de apoios laterais nos boxes, para o banho.

Calçados inapropriados, não emborrachados nos solados, como chinelinhos de flanela.



Algumas medidas preventivas, preconizadas pelas Diretrizes da Associação Médica Brasileira, para reduzir o impacto das quedas em idosos:

- Orientar o idoso sobre os riscos de queda e suas conseqüências. Esta informação poderá fazer a diferença entre cair ou não e, muitas vezes, entre a instalação ou não de uma capacidade.

- Racionalização da prescrição de medicamentos, correção de doses e de combinações inadequadas.

- Redução da ingestão de bebidas alcoólicas.

- Avaliação anual: oftalmológica, da audição e da cavidade oral.

- Avaliação rotineira da visão e dos pés.

- Avaliação com nutricionista para correção dos distúrbios da nutrição.

- Fisioterapia e exercícios físicos (inclusive em idosos frágeis) visando: melhora do equilíbrio e da marcha; fortalecimento da musculatura proximal dos membros inferiores; melhora da amplitude articular; alongamento e aumento da flexibilidade muscular; atividades específicas para pacientes em cadeiras de rodas; identificação dos pacientes que caem com freqüência, encorajando a superar o medo de nova queda através de um programa regular de exercícios. Idosos que se mantêm em atividade, minimizam as chances de cair e aumentam a densidade óssea evitando as fraturas.

- Terapia ocupacional promovendo con





 Beber água, usar filtro solar e hidratar a pele são hábitos essenciais no frio.


Durante o inverno, a pele fica mais coberta e menos exposta, mas isso não significa que ela está protegida e não precise de cuidados. Para deixá-la sempre saudável e bonita, é importante usar protetor solar mesmo no frio, como explicou a dermatologista Márcia Purceli no Bem Estar desta segunda-feira (17).


Esse cuidado é necessário porque a pele também pode queimar nessa época do ano. Por isso, a dica é optar por produtos com, no mínimo, fator de proteção 15. Além disso, como o clima é muito seco, é fundamental também beber cerca de 2 litros de água por dia e passar cremes hidratantes em todo o corpo, mesmo quem tem a pele oleosa.


Para quem quer cuidar ainda mais da pele, o inverno também é o melhor momento para recorrer a tratamentos, por exemplo.


Isso porque a maioria dos procedimentos exige que a pessoa fique afastada do sol e, como há menor exposição nessa época, os resultados podem ser muito melhores. Porém, para quem faz tratamento, o fator de proteção do filtro solar deve passar de 15 para 30, mesmo no frio.


Bem Estar - Infográfico sobre tratamento de pele no inverno (Foto: Arte/G1)


 


Quem sofre, por exemplo com muitas espinhas e cravos, pode aproveitar o frio para recorrer à limpeza de pele - no entanto, vale ressaltar que a limpeza apenas alivia o problema por um tempo, mas não fecha os poros. Para fechar os poros, a dica é optar pelo ácido ou laser, como mostrou a dermatologista.


Há ainda a opção do peeling, que também melhora os poros, tira manchas e ainda afina a pele. O tratamento é feito com ácido retinóico em uma concentração muito alta e, depois de 2 ou 3 dias, começa a aparecer uma descamação na pele - porém, essa pele que solta não pode ser puxada, apenas o uso de um hidratante já faz com que ela saia naturalmente.


A médica explicou também sobre os cuidados na hora do banho durante o inverno. Para quem costuma tomar aquele banho quente para relaxar, a notícia não é a mais motivadora: a água quente tira a oleosidade natural da pele e pode deixá-la ressecada, vermelha e até com coceira.


Para reduzir um pouco a temperatura, a dica é compensar no ambiente com o uso de um aquecedor e, na hora de ligar o chuveiro, optar pelo banho morno, com pouco sabonete e sem bucha.


Há também quem goste de tomar bebida alcoólica para "esquentar", mas como explicou o clínico geral Arnaldo Licheinstein, isso é mito. O álcool causa uma vasodilatação no corpo, o que pode aumentar o fluxo sanguíneo e dar uma sensação de calor, mas isso é temporário e pode até ser perigoso.


Para prevenir mesmo os efeitos do frio e se sentir mais quente, a dica é proteger o pescoço com uma echarpe, por exemplo, já que a temperatura baixa contrai os músculos dessa região e podem dar dor de cabeça.


Essas consequências do inverno, no entanto, são menos intensas em pessoas mais gordinhas porque a gordura corporal é uma forma de proteção contra a temperatura. Por isso, os idosos costumam sofrer mais nessa época, já que têm a pele mais fina, a circulação prejudicada e menos gordura no corpo.


 


Fonte: Bem Estar


 


 




 


Fonte: https://www.facebook.com/cuidardeidosos




De repente, a pessoa esquece onde deixou as chaves do carro, o nome de um conhecido, a conversa que teve pela manhã. Com o tempo, esses esquecimentos se tornam mais frequentes e outras funções são comprometidas: a pessoa não lembra o caminho de volta para casa, confunde datas, liga o chuveiro e sai do banheiro, não consegue fazer uma tarefa rotineira. Esses são os primeiros sinais de alzheimer, uma doença que está se tornando cada vez mais comum.



De acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde), a doença de alzheimer afete atualmente entre 24 e 37 milhões de pessoas. Esse número está crescendo a cada ano e,  segundo estimativas da organização, pode chegar a 115 milhões de pessoas até 2050. No Brasil não existem dados precisos sobre quantas pessoas têm a doença, mas a OMS estima que seja algo em torno de um milhão.



O alzheimer é o tipo mais comum de demência, que é a perda ou redução progressiva das capacidades cognitivas – ou seja, do processo que envolve atenção, percepção, memória, raciocínio  e linguagem, entre outros. Essa perda ou redução pode ser parcial ou completa, permanente ou momentânea. De qualquer forma, ela pode comprometer essas capacidades cognitivas a pondo de provocar a perda de autonomia da pessoa.



Outras demências comuns são a vascular e a com corpos de Lewy. A primeira, como o nome diz, é causada por uma doença vascular encefálica (como um acidente vascular cerebral isquêmico). Já a demência com corpos de Lewy é caracterizada pela presença de agregados proteicos (os corpos de Lewy) nos neurônios.


O alzheimer é uma doença neurodegenerativa, ou seja, que destrói os neurônios progressivamente. Essa degeneração começa no hipocampo, área que processa a memória, e com o tempo se espalha por outras regiões do cérebro. "Existem dois mecanismos por trás da doença: as placas beta-amiloides (também conhecidas como placas senis), que são formadas pelo depósito da proteína beta-amiloide no espaço existente entre os neurônios, e os emaranhados neurofibrilares, que são formados pela proteína tau, que se deposita no interior dos neurônios", explica o geriatra Paulo Canineu, professor da Faculdade de Medicina da PUC São Paulo.




O começo das alterações é lento e os primeiros sinais geralmente são confundidos com o próprio envelhecimento. Mas, conforme a doença avança, os sintomas se agravam: começam a surgir dificuldades de linguagem e motoras, problemas para reconhecer familiares ou amigos, alterações no sono e no comportamento, desorientação no tempo e no espaço. Nos estágios mais avançados, a pessoa tem dificuldade de executar as tarefas mais básicas, como tomar banho, vestir-se e alimentar-se.



O risco da idade



Ainda não se sabe exatamente qual é a causa do alzheimer, mas se conhecem alguns fatores de risco. E a idade é o maior deles. O mal geralmente afeta pessoas com 65 anos ou mais -  atingindo menos de 0,5% das pessoas abaixo de 40 anos. Porém, a partir dos 65 anos, o risco de desenvolvê-lo praticamente duplica a cada cinco anos – ou seja, uma pessoa com 70 anos tem o dobro de chance de desenvolver a doença em relação a uma de 65, e assim em diante.



As doenças cardiovasculares são outro fator de risco relevante para o desenvolvimento do mal de Alzheimer, já que contribuem para a degeneração dos neurônios. "As doenças cardiovasculares podem aumentar o risco e também acelerar a progressão do alzheimer", afirma o psiquiatra Cássio Bottino, professor do Instituto de Psiquiatria (IPq) do Hospital das Cl&iac





A importância das fibras alimentares na dieta!!




CONSTIPAÇÃO INTESTINAL CRÔNICA – A constipação intestinal ou “prisão de ventre” pode ser definida simplesmente como a dificuldade de evacuar e/ou a diminuição da freqüência das evacuações. Esse desconforto vem se tornando uma queixa freqüente entre todas as faixas etárias.


Considera-se normal o número de três evacuações por dia a três evacuações por semana. Pessoas que apresentem esforço e dificuldade para evacuar, dores, fezes ressecadas podem considerar-se constipadas.


A constipação pode ser causada pela baixa ingestão de fibras alimentares, consumo inadequado de líquidos que agem na hidratação das fezes e facilitam sua eliminação, viagens de longa distância, uso abusivo de laxantes, gravidez, sedentarismo, fissuras e hemorróidas.


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